segunda-feira, 16 de maio de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 7
EPILEPSIA NAS DIFERENTES FASES DA VIDA: INFÂNCIA, ADOLESCÊNCIA E FASE ADULTA

Infância: O diagnóstico feito nessa fase pode prejudicar o desenvolvimento da criança, pois é está a fase de desenvolvimento. Por isso, é necessário que os pais tratem a criança com epilepsia o mais normal possível passando a ela mensagen positivas e não protegendo-a em excesso. Com isso, a criança se desenvolverá saudavelmente e não terá comportamentos inadequados e nem será regeitado pelos familiares que a cerca. Na escola, o tratamento também deverá se aproximar da normalidade. Apesar das dificuldades que a pessoa com epilepsia tem. Professores, coordenadores, entre outros devem conhecer sobre o tema e auxiliar na dismistificação do estigma.



Adolescência: Como é uma fase de transição, a epilepsia influencia na independência e autonomia, nos relacionamentos sociais, no estudo e no futuro, na autoestima e no humor, nas restrições de atividades dos adolescentes. Nesse sentido, o jovem precisa conviver com as crises que atrapalham os desejos comuns e deverá ter muito apoio dos pais e da escola para passar dessa fase e se tornar um adulto feliz.




Adultos: Nesta fase, a epilepsia influencia na vida profissional e social. Assim, as pessoas com epilepsia são as que menos conseguem arrumar emprego. Já a vida social, é marcada pela solidão e exclusão, pois o estigma da epilepsia não permite que a pessoa tenha uma vida normal como namoro e casamento.




OBSERVAÇÃO:
Independente da idade, o diagnóstico altera o "satatus social" do paciente devido ao estigma que a epilepsia carrega.


AULA 8
TRANSTORNOS COMPORTAMENTAIS E EPILEPSIA

Os principais transtornos comportamentais da epilepsia são: birra, irritação, explosidade, agressividade, instabilidade de humor, dificuldade de relacionamento, heperemotividade, dependência afetiva, depressão, psicose, agitação, falta de atenção, hiperatividade infantil, aumento ou diminuição da libido, viscosidade, medo. Tais sintomas podem aparecer em qualquer pessoa, mas na que tem epilepsia, são mais acentuados. Nesse sentido, a escola precisa investigar o porquê de certos comportamentos da criança acionando os pais para detectar suspeitas sobre a epilepsia. Discussões sobre o tema também devem ser realizados na escola, no intuito de que os professores tenham a capacidade de observar se a crianaça tem problemas, ou se o comportamento é causado por outra razão. A depressão é um dos seus transtornos mais comuns da epilepsia. São dois os tipos:
* Crônica-leve - ansiedade, irritabilidade, hostilidade, sintomas melancólicos. (sem medicação)
* CPC - transtorno depressivo maior (com medicação)

 FATORES DESENCADEANTES:
* própria epilepsia;
* discriminação e estigma;
* exclusão social;
* poucas relações afetivas.

COMPORTAMENTOS COMUNS
* tristeza;                              * falta de atenção                     * baixo rendimento escolar
* irritabilidade;                      * não participação nas atividades propostas
* isolamento;                        * baixa tolerância à frustração

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