AULA 9
EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA E DIREITOS HUMANOS
A educação comunitária visa o desenvolvimento de um "sujeito coletivo", isto é, de sujeitos que se compreendam em meio à coletividade, que se tornem co-responsáveis pelas ações, relações, conflitos e decisões que ocorrem na comunidade. Para Paulo Freire, Educação Comunitária é usar a história de sua própria região, ou seja, os alunos aprendem na própria comunidade. Nesse sentido, a escola deve estar menos distanciada da comunidade, ser menos eletistas e os temas a serem discutidos pela escola devem estar articulados com comunidade ao qual está inserida. É importante lembrar que a Educação Comunitária é parceira das famílias que moram nos arredores da escola. Um outro aspecto também relevante na Educação Comunitária é a questão do currículo escolar estar relacionado aos interesses da comunidade. Assim, a escola precisa mapear os seus entornos para fazer parcerias que a auxiliam na educação, pois educar não é papel apenas da escola, mas de qualquer um que se interesse por esse tema. Assim, os alunos saem pelos bairros das comunidade buscando conhecer as verdadeiras necessidades das pessoas que moram ali e, através dessas "trilhas", são contruídos os temas que serão estudados ao longo do ano. Ex: Os Direitos Humanos.
AULA 10
DEMOCRACIA E EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
Para Dwey, a democracia está associada ao modo de vida., ou seja, é o direito que temos de conduzir nossas vidas da maneira que acharmos mais apropriada. Uma educação democrática tem por finalidade estipular ações que propiciem atitudes democráticas das pessoas que usam o espaço escolar. Nesse sentido, não basta a escola apenas determinar os termos transversais como conteúdo, mas sim traduzir esses conteúdos em ações. Com isso, não é válido um professor discursar sobre democracia e direitos humanos, mas na prática ser autoritário e intolerante com seus alunos. Assim, se a escola quer um ambiente democrático e de respeito, precisa desenvolver projetos que propiciem isso, pois é ensinando os direitos humanos aos alunos que se evita a reformulação deles. Por exemplo se a escola desenvolve atividades que visam ensinar seus alunos o respeito pelas pessoas negras, o índice de discrimição e de racismo dentro de seu ambiente diminui. Dessa forma não há necessidade de que constantemente a escola reafirme explicações que já foram dadas, pois o aluno foi conscientizado através das atividades realizadas. São tantas as conscientizações que a escola pode fazer para evitar casos simples e complicados, basta ter um direcionamento do que quer desenvolver e trabalhar e, não deixar apenas no papel, mas colocar tudo em prática.


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