EDUCAÇÃO E ÉTICA
O modelo de educação do século XVII era o de atuar como referência civilizatória perpetuando suas decisões autoritárias sobre o ensino de seus alunos. Finalmente, com a chegada do iluminismo um novo modelo foi proposto cujo objetivo agora não era apenas educar para civilizar, mas "firmar conceitos teóricos e procedimentos metodológicos que se apresentassem universalmente válidos e cientificamente comprovados para preparar o caminho das gerações vindouras."
Este propósito, no entanto, foi analisado como ambiguo, visto que educar supõe a intelocução com as gerações perpetuando o presente, rememorizando o passado e pensando o futuro.

Com isto, concluiu-se que educar era a interlocução entre as gerações, onde o adulto detentor do conhecimento transmitia para gerações mais novas tudo o que havia adquirido ao longo de sua formação pessoal e acadêmica.
Porém, com o surgimento da escola moderna, o aprendizado passa a ser institucionlizado através da produção do material impresso para leitura e as pessoas aprendiam a ler e a escrever, sem mesmo ir à escola. Era comum indivíduos que não decifravam códigos terem em mãos almanaques, cartazes, manuais de literatura de cordel, catecismo etc.
Atualmente, a escola parece ser a mesma de antigas gerações, onde é formada por salas de alunos reunidos, aprendendendo ou não, conteúdos transmitidos por uma pessoa mais velha "detentora" do conhecimento.
Além dessa característica comum passada há anos de geração a geração, a escola de antigamente e a de hoje sempre tiveram como objetivo moldar seres que ali são colocados e aqueles que não se enquadram dentro desse molde pré-estabelecido por ela são duramente catigados através de punições como a reprova, por exemplo.
E é aí que está a explicação do fracasso ensino/aprendizagem: se a escola é formada por adolescentes por que ela insiste em métodos antigos de ensino que não os atrai?
Com tudo, faz-se necessário saber que, além de uma escola voltada para jovens, é indispensável uma boa formação dos professores.
Por fim, com professores qualificados e ideais jovens a escola promove um ensino/aprendizagem de qualidade.
AULA 6
A CONSTRUÇÃO PSICOLÓGICA DOS VALORES
No sistema educacional atual é válido afirmar que é possível educar através dos valores, porém há necessidade do educador entender como se dá esse processo de educação. De acordo com Piaget "os valores referem-se a trocas afetivas que o sujeito realiza como exterior, com objetos ou pessoas", ou seja, valor no sentido psicológico, é aquilo que gostamos e que valorizamos. Assim, para uma pessoa o futebol tem um valor muito grande. Ela é capaz de trocar um momento familiar para assistir ao jogo do seu time do coração. Outra pessoa, já valoriza a beleza, ou o dinheiro e fará de tudo para ter aquilo que é prioridade para si, até mesmo matar ou roubar. Numa redefinição do pensamento de Piaget Araújo, afirma que "os valores são construídos a partir da projeção de sentimentos positivos que o sujeito faz sobre objetos, e/ou pessoas, e/ou relações, e/ou sobre si mesmo." Com isto, pode-se concluir que ninguém nasce com um valor pré-determinado. A pessoa o adquiri ao longo de sua formação e o grau de importância de cada valor que ela adquiriu depende de como ela é tratada, por exemplo: uma criança que recebeu carinho e afetividade de seus pais valorizará positivamente a família amando-a. O mesmo não se pode afirmar de uma outra que foi espancada e maltrada. Fazendo uma analogia com a escola, percebe-se que o tratamento escolar influencia muito na construção dos valores escolares. Um aluno ou uma aluna que é elogiado e insetivado pelos professores amará a escola, respeitará os professores e valorizará o estudo. Se o contrário suceder e eles se sentirem humilhados e desvalorizados, aquele ambiente se tornará sem importâcia e estar ali será desprazeroso e eles passarão a destruir carteiras, pichar as paredes e desrespeitar os professores, porque a escola não deu espaço para que eles se relacionassem afetivamente com ela. Contudo, dependendo da situação em que a pessoa se encontra ela poderá mudar o seu ponto de vista com realação a certos valores e, tal mudança, se dará devido a importância e a afetividade que a pessoa dá àquilo que valoriza. Assim, um valor que antes era central para alguém, de repente se torna periférico, ou vice-versa.
No entanto, a escola que se propõe a trabalhar com a educação em valores tem que incluir em seu projeto pedagógico os temas transversais e, partindo desse ponto, desenvolver a interdiscipliaridade entre as disciplinas do seu currículo escolar. Com isto, temas como violência, drogas, sexualidade serão discutidas, ao mesmo tempo, mas de maneira significativa para cada área. Focando a interdiscipliaridade, a educação em valores possibilita ao aluno uma visão global do conhecimento ao qual ele está sendo inserido facilitando assim, a compreensão do que se aprende e para que se aprende. Diferente do modelo educacional que não tem esse foco, onde alunos e alunas são meros reprodutores da aprendizagem sem significado específico. Entretanto, é importante lembrarmos que a educação através dos valores se dá concomitante com a interdisciplianridade e o com o trabalho de projetos e ultrapassa os muros escolares atingindo toda a comunidade que está inserida ao seu redor deixando de ser apenas uma discussão de moralidade no espaço escolar e tornando-se o eixo central do ensino para cidadania.
Porém, com o surgimento da escola moderna, o aprendizado passa a ser institucionlizado através da produção do material impresso para leitura e as pessoas aprendiam a ler e a escrever, sem mesmo ir à escola. Era comum indivíduos que não decifravam códigos terem em mãos almanaques, cartazes, manuais de literatura de cordel, catecismo etc.
Atualmente, a escola parece ser a mesma de antigas gerações, onde é formada por salas de alunos reunidos, aprendendendo ou não, conteúdos transmitidos por uma pessoa mais velha "detentora" do conhecimento.
Além dessa característica comum passada há anos de geração a geração, a escola de antigamente e a de hoje sempre tiveram como objetivo moldar seres que ali são colocados e aqueles que não se enquadram dentro desse molde pré-estabelecido por ela são duramente catigados através de punições como a reprova, por exemplo.
Percebe-se que não há mudanças dentro do ambiente escolar e, para ela, todos que a frequentam devem estar no mesmo ritmo padronizado de aprendizagem.
Para modificar esta concepção de escola da atualidade, faz-se necessário repensar na maneira como as aulas vêm sendo ministradas pelos professores. Estão sendo atrativas, ou são apenas meras reproduções de modelos arcaícos que não têm mais valor algum àqueles que estão dentro das salas.
E é aí que está a explicação do fracasso ensino/aprendizagem: se a escola é formada por adolescentes por que ela insiste em métodos antigos de ensino que não os atrai?
Com tudo, faz-se necessário saber que, além de uma escola voltada para jovens, é indispensável uma boa formação dos professores.
Por fim, com professores qualificados e ideais jovens a escola promove um ensino/aprendizagem de qualidade.
AULA 6
A CONSTRUÇÃO PSICOLÓGICA DOS VALORES
No sistema educacional atual é válido afirmar que é possível educar através dos valores, porém há necessidade do educador entender como se dá esse processo de educação. De acordo com Piaget "os valores referem-se a trocas afetivas que o sujeito realiza como exterior, com objetos ou pessoas", ou seja, valor no sentido psicológico, é aquilo que gostamos e que valorizamos. Assim, para uma pessoa o futebol tem um valor muito grande. Ela é capaz de trocar um momento familiar para assistir ao jogo do seu time do coração. Outra pessoa, já valoriza a beleza, ou o dinheiro e fará de tudo para ter aquilo que é prioridade para si, até mesmo matar ou roubar. Numa redefinição do pensamento de Piaget Araújo, afirma que "os valores são construídos a partir da projeção de sentimentos positivos que o sujeito faz sobre objetos, e/ou pessoas, e/ou relações, e/ou sobre si mesmo." Com isto, pode-se concluir que ninguém nasce com um valor pré-determinado. A pessoa o adquiri ao longo de sua formação e o grau de importância de cada valor que ela adquiriu depende de como ela é tratada, por exemplo: uma criança que recebeu carinho e afetividade de seus pais valorizará positivamente a família amando-a. O mesmo não se pode afirmar de uma outra que foi espancada e maltrada. Fazendo uma analogia com a escola, percebe-se que o tratamento escolar influencia muito na construção dos valores escolares. Um aluno ou uma aluna que é elogiado e insetivado pelos professores amará a escola, respeitará os professores e valorizará o estudo. Se o contrário suceder e eles se sentirem humilhados e desvalorizados, aquele ambiente se tornará sem importâcia e estar ali será desprazeroso e eles passarão a destruir carteiras, pichar as paredes e desrespeitar os professores, porque a escola não deu espaço para que eles se relacionassem afetivamente com ela. Contudo, dependendo da situação em que a pessoa se encontra ela poderá mudar o seu ponto de vista com realação a certos valores e, tal mudança, se dará devido a importância e a afetividade que a pessoa dá àquilo que valoriza. Assim, um valor que antes era central para alguém, de repente se torna periférico, ou vice-versa.
No entanto, a escola que se propõe a trabalhar com a educação em valores tem que incluir em seu projeto pedagógico os temas transversais e, partindo desse ponto, desenvolver a interdiscipliaridade entre as disciplinas do seu currículo escolar. Com isto, temas como violência, drogas, sexualidade serão discutidas, ao mesmo tempo, mas de maneira significativa para cada área. Focando a interdiscipliaridade, a educação em valores possibilita ao aluno uma visão global do conhecimento ao qual ele está sendo inserido facilitando assim, a compreensão do que se aprende e para que se aprende. Diferente do modelo educacional que não tem esse foco, onde alunos e alunas são meros reprodutores da aprendizagem sem significado específico. Entretanto, é importante lembrarmos que a educação através dos valores se dá concomitante com a interdisciplianridade e o com o trabalho de projetos e ultrapassa os muros escolares atingindo toda a comunidade que está inserida ao seu redor deixando de ser apenas uma discussão de moralidade no espaço escolar e tornando-se o eixo central do ensino para cidadania.









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