quinta-feira, 19 de maio de 2011

DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 9
EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA E DIREITOS HUMANOS

A educação comunitária visa o desenvolvimento de um "sujeito coletivo", isto é, de sujeitos que se compreendam em meio à coletividade, que se tornem co-responsáveis pelas ações, relações, conflitos e decisões que ocorrem na comunidade. Para Paulo Freire, Educação Comunitária é usar a história de sua própria região, ou seja, os alunos aprendem na própria comunidade. Nesse sentido, a escola deve estar menos distanciada da comunidade, ser menos eletistas e os temas a serem discutidos pela escola devem estar articulados com comunidade ao qual está inserida. É importante lembrar que a Educação Comunitária é parceira das famílias que moram nos arredores da escola. Um outro aspecto também relevante na Educação Comunitária é a questão do currículo escolar estar relacionado aos interesses da comunidade. Assim, a escola precisa mapear os seus entornos para fazer parcerias que a auxiliam na educação, pois educar não é papel apenas da escola, mas de qualquer um que se interesse por esse tema. Assim, os alunos saem pelos bairros das comunidade buscando conhecer as verdadeiras necessidades das pessoas que moram ali e, através dessas "trilhas", são contruídos os temas que serão estudados ao longo do ano. Ex: Os Direitos Humanos.





AULA 10
DEMOCRACIA E EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

Para Dwey, a democracia está associada ao modo de vida., ou seja, é o direito que temos de conduzir nossas vidas da maneira que acharmos mais apropriada. Uma educação democrática tem por finalidade estipular ações que propiciem atitudes democráticas das pessoas que usam o espaço escolar. Nesse sentido, não basta a escola apenas determinar os termos transversais como conteúdo, mas sim traduzir esses conteúdos em ações. Com isso, não é válido um professor discursar sobre democracia e direitos humanos, mas na prática ser autoritário e intolerante com seus alunos. Assim, se a escola quer um ambiente democrático e de respeito, precisa desenvolver projetos que propiciem isso, pois é ensinando os direitos humanos aos alunos que se evita a reformulação deles. Por exemplo se a escola desenvolve atividades que visam ensinar seus alunos o respeito pelas pessoas negras, o índice de discrimição e de racismo dentro de seu ambiente diminui. Dessa forma não há necessidade de que constantemente a escola reafirme explicações que já foram dadas, pois o aluno foi conscientizado através das atividades realizadas. São tantas as conscientizações que a escola pode fazer para evitar casos simples e complicados, basta ter um direcionamento do que quer desenvolver e trabalhar e, não deixar apenas no papel, mas colocar tudo em prática.




segunda-feira, 16 de maio de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 7
EPILEPSIA NAS DIFERENTES FASES DA VIDA: INFÂNCIA, ADOLESCÊNCIA E FASE ADULTA

Infância: O diagnóstico feito nessa fase pode prejudicar o desenvolvimento da criança, pois é está a fase de desenvolvimento. Por isso, é necessário que os pais tratem a criança com epilepsia o mais normal possível passando a ela mensagen positivas e não protegendo-a em excesso. Com isso, a criança se desenvolverá saudavelmente e não terá comportamentos inadequados e nem será regeitado pelos familiares que a cerca. Na escola, o tratamento também deverá se aproximar da normalidade. Apesar das dificuldades que a pessoa com epilepsia tem. Professores, coordenadores, entre outros devem conhecer sobre o tema e auxiliar na dismistificação do estigma.



Adolescência: Como é uma fase de transição, a epilepsia influencia na independência e autonomia, nos relacionamentos sociais, no estudo e no futuro, na autoestima e no humor, nas restrições de atividades dos adolescentes. Nesse sentido, o jovem precisa conviver com as crises que atrapalham os desejos comuns e deverá ter muito apoio dos pais e da escola para passar dessa fase e se tornar um adulto feliz.




Adultos: Nesta fase, a epilepsia influencia na vida profissional e social. Assim, as pessoas com epilepsia são as que menos conseguem arrumar emprego. Já a vida social, é marcada pela solidão e exclusão, pois o estigma da epilepsia não permite que a pessoa tenha uma vida normal como namoro e casamento.




OBSERVAÇÃO:
Independente da idade, o diagnóstico altera o "satatus social" do paciente devido ao estigma que a epilepsia carrega.


AULA 8
TRANSTORNOS COMPORTAMENTAIS E EPILEPSIA

Os principais transtornos comportamentais da epilepsia são: birra, irritação, explosidade, agressividade, instabilidade de humor, dificuldade de relacionamento, heperemotividade, dependência afetiva, depressão, psicose, agitação, falta de atenção, hiperatividade infantil, aumento ou diminuição da libido, viscosidade, medo. Tais sintomas podem aparecer em qualquer pessoa, mas na que tem epilepsia, são mais acentuados. Nesse sentido, a escola precisa investigar o porquê de certos comportamentos da criança acionando os pais para detectar suspeitas sobre a epilepsia. Discussões sobre o tema também devem ser realizados na escola, no intuito de que os professores tenham a capacidade de observar se a crianaça tem problemas, ou se o comportamento é causado por outra razão. A depressão é um dos seus transtornos mais comuns da epilepsia. São dois os tipos:
* Crônica-leve - ansiedade, irritabilidade, hostilidade, sintomas melancólicos. (sem medicação)
* CPC - transtorno depressivo maior (com medicação)

 FATORES DESENCADEANTES:
* própria epilepsia;
* discriminação e estigma;
* exclusão social;
* poucas relações afetivas.

COMPORTAMENTOS COMUNS
* tristeza;                              * falta de atenção                     * baixo rendimento escolar
* irritabilidade;                      * não participação nas atividades propostas
* isolamento;                        * baixa tolerância à frustração

DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 5
PROTAGONISMO JUVENIL E PARTICIPAÇÃO ESCOLAR

O tema principal desta aula é a importância do aluno ter um papel ativo na construção da sua aprendizagem tornando-se o protagonista do seu conhecimento. Uma das questões levantadas é que, somente o professor detem o saber não permitindo que o aluno manifeste o "conhecimento de mundo" que tem. Nesse sentido, a escola não tem significado e nem base real para existir. O resultado desse sistema de ensino é a falta de interesse, faltas excessivas dos alunos, insdisciplina, violência, entre outros. Uma possível solução apontada seria a aprendizagem através da resolução de problemas, onde os alunos buscariam dentro de suas comunidades quais as dificuldades que precisam ser sanadas e eles mesmos encontrariam as possíveis soluções. No entanto, para que tudo isso funcione a escola precisa se aproximar dos familiares dos alunos através de estratégias previamente elaboradas para esse fim. Um exemplo bem simples são os grêmios estudantis e as assembleias escolares. 





AULA 6
EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA E QUESTÕES DE GÊNERO NA ESCOLA

Nesta aula, foram demonstrados os resultados de uma pesquisa sobre gênero que a Faculdade de Educação da Usp realizou numa escola próxima ao seu campos. Primeiramente, os pesquisadores fizeram uma investigação quantitativa/qualitativa sobre a temática a ser pesquisada. Dentre as descobertas, observou-se que a escola está separada da comunidade, impossibilitando os professores de conhecerem a sua "clientela". Dessa forma, os conteúdos trabalhados pela escola não têm sentido, pois fogem à realidade dos alunos. Num segundo momento da pesquisa, ocorreu um trabalho de intervenção dos invetigadores através da resolução de problemas, onde o próprio aluno solucionava a questão que era levantada. Finalizando, nesse trabalho específico realizado com a comunidade escolar demonstrou-se que a universidade também precisa se aproximar da escola, pois os professores estão desorientados sem saber a quem recorrer o que possibilita concluir que o fracasso escolar brasileiro não tem apenas um culpado, mas vários.



terça-feira, 10 de maio de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 3
INTRODUÇÃO AO TEMA E AO MÓDULO

Esta aula tem como objetivo expôr os temas a serem discutidos durante disciplina saúde. A epilepsia é o tema central e terá várias discussões como, por exemplo limitações, estigma, formas de tratamento e controle da doença, atuação do professor diante do aluno epilético, a doença nas diferentes fases da vida, transtornos comportamentais e cognitivos, abordagem feita pela escola  sobre a epilepsia, epilepsia e o trabalho, as leis que atuam a favor do epilético, cidadania do portador da doença, limites de vida relacionados à doença, as ONGs que podem auxiliar o professor, a interação social do epilético e por fim, como as campanhas que são realizadas, no mundo e no Brasil, sobre a epilepsia. 





AULA 4
EPILEPSIA: RECAPITULANDO

Epilepsia é uma condição neurológica crônica, grave que acomete 1% a 2% da população. Suas características são crises epiléticas sem febre ou intoxicação manifestadas pelo mal funcionamento do cérebro.

Tipos:
- parciais ou focais - as crises começam em uma região do cérebro;
- epilepsias generalizadas - as crises começam no cérebro como um todo.

Causas:
- genético (idiopático):
Ex: ausência na infância
- identificável (sintomático)
Ex: traumatismo cranianiano, AVC, neurocisticercose
- não se acha a causa (possivlemente sintomático)

Diagnóstico:
É baseado nos relatos do pacinete, dos familiares e das pessoas que presenciaram a crise. Exames complementares como EEG, tomografia ou ressônancia complementam o disgnóstico.

Tratamento:
- drogas antiepiléticas;
- cirurgia, dieta cetogênica e estimulação vagal;
- apoio psicológico.




MÓDULO 4 - EDUCAÇÃO E MODELOS PSICOSSOCIAIS DA EPILEPSIA

DISCIPLINA: EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA E PARA CIDADANIA

AULA 1
A ESCOLA E AS RELAÇÕES COM A COMUNIDADE

Há uma necessidade muito grande da escola romper os seus muros que a separam da comunidade no intuito de que um novo sistema de ensino seja isntalado, pois o modelo empregrado é o mesmo criado há anos e já não é mais atraente. Nesse sentido, a escola precisa se abrir para comunidade e sair das quatro paredes de suas salas de aula. O material de apoio que existe fora da escola é muito rico e é preciso aproveitá-lo. No entanto, a escola não deve insistir naquele modelo que durante a semana segue um sistema rígido de seus conteúdos e nos fins de semana abre suas portas para os moradores e alunos venham praticar esportes entre outras atividades comuns que acontecem na maioria das escolas. O currículo escolar precisa ser mudado e nele deve ser incorporado as atividades que realmente interessam aos seus alunos. Por fim, uma escola integrada com a sua comunidade disperta um sentimento de idolatria e posse. Possibilitando uma preservação maior do patrimônio e o aumento do respeito aos funcionários e professores que nela atuam.






AULA 2
FÓRUM ESCOLAR DE ÉTICA E DE CIDADANIA

A escola precisa criar fóruns dentro de seu ambiente para que a comunidade, ao seu rdor, participe das decisões sobre a aprendizagem dos alunos, pois não há mais como negar que o ensino oferecido pelas escolas é desestimulante e em nada contribui na aprendizagem dos alunos. A escola precisa observar e apreoveitar tudo o que acontece ao seu redor e, juntamente, com a comunidade decidir qual é o melhor conteúdo a ser seguido. Uma escola que se isola da comunidade e não a traz pra dentro de seus muros não conseguirá atingir seus objetos, pois os alunos se interessam por aquilo que eles conhecem e, por fim, aprendem. O fórum escolar, tem um importante papel nessa aproximação da escola e a comunidade e deverá ser composto por alunos, professores, comerciantes, líderes de igreja, pais, funcionários da escola, além dos convidados que podem ser especialistas da educação. Assim, partindo das discussões, uma pauta é elaborada e seguida pelos professores ao longo de um bimestre, por exemplo.



segunda-feira, 18 de abril de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 27
O PROFESSOR NÃO PODE ESTAR SÓ: PARCEIROS DENTRO DA ESCOLA

A família brasileira tem divergências com relação ao processo de inclusão. Para algumas, a inclusão pode estimular a criança deficiente. Outras, porém,  têm receio sobre a aprendizagem e questionam se seu filho (a) realmente irá aprender ou apenas será socializado dentro da escola, pois percebem que o professor não se sente preparado para lidar com as crianças diferenciadas e, infelizmente trata-as igualmente aos demais colegas. Com isso, essas crianças acabam esquecidas pelo professor. Assim, para que haja um trabalho bem desenvolvido com os portadores de necessidades especiais é preciso que o professor tenha parcerias com a família e com especialistas, além de conhecê-la bem e identificar suas habilidades e necessidades.



AULA 28
O PROFESSOR NÃO PODE ESTAR SÓ. O ESPAÇO INTERDISCIPLINAR

O professor não pode estar só no processo de inclusão, pois a sensação do abandono afeta a sua atuação como profssional, além dele não saber o que fazer com as demais em sala de aula. A criança também é abalada emocionalmente quando sente que não é bem vista dentro da escoola. Ela é mais um encômodo a ser superado por todos que atuam no ambiente escolar. Uma vez diagnosticado o problema da criança deficiente é preciso que a gestão escolar busque parcerias para que o professor possa escolarizar esse indivíduo, visto que é obrigação da equipe gestora cumprir esse papel de mediação entre o profissional da educação e as parcerias que o ajudam a atuar no processo da aprendizagem de seus alunos. Outro aspecto relevante é a questão da formação continuada do professor. Ele precisa se atualizar no intuito de melhorar a sua atução como profissional da educação especial.




DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 25
PROFESSOR PENSADOR

É aquele que ensina seu aluno a pensar sem dar nada pronto. Apenas instinga a curiosidade, pois todo ser humano é curisoso por natureza e, o professor tem que aproveitar essa característica para abordar a sua disciplina com seu aluno. Para isso, ele também precisa gostar de pesquisar, conhecer e aprender. Não dá para ensinar se não existir afinidade com o conhecimento. O professor estagnado e sem curiosidade não atrai a atenção das crianças, pois elas gostam de desafios. De aulas estimulantes e curiosas.





AULA 26
PROFESSOR AUTOR

É aquele que tem a livre autonomia para criar e ministrar suas aulas sem ter que seguir os ideais de outros. Não tem medo do novo e está sempre informado sobre os acontecimentos do mundo. Além de ser autor de suas ações. Ele também é um líder social, pois divulga suas ideias e incentiva seus alunos a expressarem seus pensamentos de forma saudável e democrática.