segunda-feira, 16 de maio de 2011

DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 5
PROTAGONISMO JUVENIL E PARTICIPAÇÃO ESCOLAR

O tema principal desta aula é a importância do aluno ter um papel ativo na construção da sua aprendizagem tornando-se o protagonista do seu conhecimento. Uma das questões levantadas é que, somente o professor detem o saber não permitindo que o aluno manifeste o "conhecimento de mundo" que tem. Nesse sentido, a escola não tem significado e nem base real para existir. O resultado desse sistema de ensino é a falta de interesse, faltas excessivas dos alunos, insdisciplina, violência, entre outros. Uma possível solução apontada seria a aprendizagem através da resolução de problemas, onde os alunos buscariam dentro de suas comunidades quais as dificuldades que precisam ser sanadas e eles mesmos encontrariam as possíveis soluções. No entanto, para que tudo isso funcione a escola precisa se aproximar dos familiares dos alunos através de estratégias previamente elaboradas para esse fim. Um exemplo bem simples são os grêmios estudantis e as assembleias escolares. 





AULA 6
EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA E QUESTÕES DE GÊNERO NA ESCOLA

Nesta aula, foram demonstrados os resultados de uma pesquisa sobre gênero que a Faculdade de Educação da Usp realizou numa escola próxima ao seu campos. Primeiramente, os pesquisadores fizeram uma investigação quantitativa/qualitativa sobre a temática a ser pesquisada. Dentre as descobertas, observou-se que a escola está separada da comunidade, impossibilitando os professores de conhecerem a sua "clientela". Dessa forma, os conteúdos trabalhados pela escola não têm sentido, pois fogem à realidade dos alunos. Num segundo momento da pesquisa, ocorreu um trabalho de intervenção dos invetigadores através da resolução de problemas, onde o próprio aluno solucionava a questão que era levantada. Finalizando, nesse trabalho específico realizado com a comunidade escolar demonstrou-se que a universidade também precisa se aproximar da escola, pois os professores estão desorientados sem saber a quem recorrer o que possibilita concluir que o fracasso escolar brasileiro não tem apenas um culpado, mas vários.



terça-feira, 10 de maio de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 3
INTRODUÇÃO AO TEMA E AO MÓDULO

Esta aula tem como objetivo expôr os temas a serem discutidos durante disciplina saúde. A epilepsia é o tema central e terá várias discussões como, por exemplo limitações, estigma, formas de tratamento e controle da doença, atuação do professor diante do aluno epilético, a doença nas diferentes fases da vida, transtornos comportamentais e cognitivos, abordagem feita pela escola  sobre a epilepsia, epilepsia e o trabalho, as leis que atuam a favor do epilético, cidadania do portador da doença, limites de vida relacionados à doença, as ONGs que podem auxiliar o professor, a interação social do epilético e por fim, como as campanhas que são realizadas, no mundo e no Brasil, sobre a epilepsia. 





AULA 4
EPILEPSIA: RECAPITULANDO

Epilepsia é uma condição neurológica crônica, grave que acomete 1% a 2% da população. Suas características são crises epiléticas sem febre ou intoxicação manifestadas pelo mal funcionamento do cérebro.

Tipos:
- parciais ou focais - as crises começam em uma região do cérebro;
- epilepsias generalizadas - as crises começam no cérebro como um todo.

Causas:
- genético (idiopático):
Ex: ausência na infância
- identificável (sintomático)
Ex: traumatismo cranianiano, AVC, neurocisticercose
- não se acha a causa (possivlemente sintomático)

Diagnóstico:
É baseado nos relatos do pacinete, dos familiares e das pessoas que presenciaram a crise. Exames complementares como EEG, tomografia ou ressônancia complementam o disgnóstico.

Tratamento:
- drogas antiepiléticas;
- cirurgia, dieta cetogênica e estimulação vagal;
- apoio psicológico.




MÓDULO 4 - EDUCAÇÃO E MODELOS PSICOSSOCIAIS DA EPILEPSIA

DISCIPLINA: EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA E PARA CIDADANIA

AULA 1
A ESCOLA E AS RELAÇÕES COM A COMUNIDADE

Há uma necessidade muito grande da escola romper os seus muros que a separam da comunidade no intuito de que um novo sistema de ensino seja isntalado, pois o modelo empregrado é o mesmo criado há anos e já não é mais atraente. Nesse sentido, a escola precisa se abrir para comunidade e sair das quatro paredes de suas salas de aula. O material de apoio que existe fora da escola é muito rico e é preciso aproveitá-lo. No entanto, a escola não deve insistir naquele modelo que durante a semana segue um sistema rígido de seus conteúdos e nos fins de semana abre suas portas para os moradores e alunos venham praticar esportes entre outras atividades comuns que acontecem na maioria das escolas. O currículo escolar precisa ser mudado e nele deve ser incorporado as atividades que realmente interessam aos seus alunos. Por fim, uma escola integrada com a sua comunidade disperta um sentimento de idolatria e posse. Possibilitando uma preservação maior do patrimônio e o aumento do respeito aos funcionários e professores que nela atuam.






AULA 2
FÓRUM ESCOLAR DE ÉTICA E DE CIDADANIA

A escola precisa criar fóruns dentro de seu ambiente para que a comunidade, ao seu rdor, participe das decisões sobre a aprendizagem dos alunos, pois não há mais como negar que o ensino oferecido pelas escolas é desestimulante e em nada contribui na aprendizagem dos alunos. A escola precisa observar e apreoveitar tudo o que acontece ao seu redor e, juntamente, com a comunidade decidir qual é o melhor conteúdo a ser seguido. Uma escola que se isola da comunidade e não a traz pra dentro de seus muros não conseguirá atingir seus objetos, pois os alunos se interessam por aquilo que eles conhecem e, por fim, aprendem. O fórum escolar, tem um importante papel nessa aproximação da escola e a comunidade e deverá ser composto por alunos, professores, comerciantes, líderes de igreja, pais, funcionários da escola, além dos convidados que podem ser especialistas da educação. Assim, partindo das discussões, uma pauta é elaborada e seguida pelos professores ao longo de um bimestre, por exemplo.



segunda-feira, 18 de abril de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 27
O PROFESSOR NÃO PODE ESTAR SÓ: PARCEIROS DENTRO DA ESCOLA

A família brasileira tem divergências com relação ao processo de inclusão. Para algumas, a inclusão pode estimular a criança deficiente. Outras, porém,  têm receio sobre a aprendizagem e questionam se seu filho (a) realmente irá aprender ou apenas será socializado dentro da escola, pois percebem que o professor não se sente preparado para lidar com as crianças diferenciadas e, infelizmente trata-as igualmente aos demais colegas. Com isso, essas crianças acabam esquecidas pelo professor. Assim, para que haja um trabalho bem desenvolvido com os portadores de necessidades especiais é preciso que o professor tenha parcerias com a família e com especialistas, além de conhecê-la bem e identificar suas habilidades e necessidades.



AULA 28
O PROFESSOR NÃO PODE ESTAR SÓ. O ESPAÇO INTERDISCIPLINAR

O professor não pode estar só no processo de inclusão, pois a sensação do abandono afeta a sua atuação como profssional, além dele não saber o que fazer com as demais em sala de aula. A criança também é abalada emocionalmente quando sente que não é bem vista dentro da escoola. Ela é mais um encômodo a ser superado por todos que atuam no ambiente escolar. Uma vez diagnosticado o problema da criança deficiente é preciso que a gestão escolar busque parcerias para que o professor possa escolarizar esse indivíduo, visto que é obrigação da equipe gestora cumprir esse papel de mediação entre o profissional da educação e as parcerias que o ajudam a atuar no processo da aprendizagem de seus alunos. Outro aspecto relevante é a questão da formação continuada do professor. Ele precisa se atualizar no intuito de melhorar a sua atução como profissional da educação especial.




DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 25
PROFESSOR PENSADOR

É aquele que ensina seu aluno a pensar sem dar nada pronto. Apenas instinga a curiosidade, pois todo ser humano é curisoso por natureza e, o professor tem que aproveitar essa característica para abordar a sua disciplina com seu aluno. Para isso, ele também precisa gostar de pesquisar, conhecer e aprender. Não dá para ensinar se não existir afinidade com o conhecimento. O professor estagnado e sem curiosidade não atrai a atenção das crianças, pois elas gostam de desafios. De aulas estimulantes e curiosas.





AULA 26
PROFESSOR AUTOR

É aquele que tem a livre autonomia para criar e ministrar suas aulas sem ter que seguir os ideais de outros. Não tem medo do novo e está sempre informado sobre os acontecimentos do mundo. Além de ser autor de suas ações. Ele também é um líder social, pois divulga suas ideias e incentiva seus alunos a expressarem seus pensamentos de forma saudável e democrática.






segunda-feira, 11 de abril de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 23
A EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS É DE FATO INEFICAZ?

A Educação basea-se no modelo de que todas as crianças são iguais. Todo professor (a), sabe que não é assim que funciona, pois cada um tem o seu momento e o seu limite de aprendizagem, independente de ser criança ou não. Com isso, é correto afirmar que o trabalho com o portador de deficiência é muito mais complexo do que aquele realizado com alunos que não apresentam nenhum tipo de deficiência e para amenizar a distância entre os alunos com necessidades especiais e os demais em sala de aula, foram elaborados recursos que são de grande auxílio no dia a dia na sala de aula. Entretanto, quando a deficiência é intelectual faz-se necessário que o educador conheça um pouco sobre ela do, no intuito de poder ajudá-lo.



AULA 24
MODALIDADES DE ENSINO: DAS CONCEPÇÕES DOCENTES ÀS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Antigamente a educação era privilégio de poucos. Com a democratização do ensino, a educação passou a ser direito de todos, principalmente de pessoas que são portadores de necessidades especiais. Porém, com uma demanda maior aconteceu um abalo dentro do ensino, pois os profissionais não estavam preparados para lidar com pessoas diferentes dos modelos previstos pela sociedade. Assim, a escola precisou se adaptar e, ao invés de preocupar-se com o ensino da criança, passou a visualizar como seria a sua aprendizagem. Desta forma, a equipe escolar precisou se unir para desenvolver a aprendizagem desses alunos buscando axílio na formação específica e no apoio dos pais, que querem o desenvolvimento de seus filhos.

DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 21
A COMPLEXIDADE DA CONSTITUIÇÃO DOCENTE

A profissão docente esta cada vez menos atrativa aos olhos da nova geração. Com isso, estima-se que num período não muito distante falte profissionais da área. Mas o que aconteceu com está profissão que foi motivo de orgulho no passado? Estudos apontam para vários fatores que colaboraram para tamanho desinteresse: salário baixo, indisciplina, falta de apoio de seus superiores, entre outros, além do excesso de trabalho e da falta de lazer, pois ser um profissional da educação ultrapassa os muros da escola e, ao chegar em casa, o professor tem que desenvolver tarefas provenientes da sua profissão. Enfim, é um serviço muito desgastante, pouco atrativo e defasado em relação ao seu tempo.





AULA 22
O PROFESSOR LEITOR

Não há como um professor cobrar de seus alunos o hábito da leitura se ele mesmo não o tem. Assim, é impressindivel que o professor seja um bom leitor. Porém, ele não pode apenas ser um decodificador de palavras, mas um entendedor de textos. Uma pessoa que consiga ler nas entrelinhas e esta leitura não precisa apenas vir dos livros mas também do olhar observador de mundo que o professor tem. Com isso, ele consegue manter uma relação com seus alunos que ultrapassa os conteúdos de sua matéria e suas aulas tornam-se as mais interessantes da escola.