segunda-feira, 18 de abril de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 27
O PROFESSOR NÃO PODE ESTAR SÓ: PARCEIROS DENTRO DA ESCOLA

A família brasileira tem divergências com relação ao processo de inclusão. Para algumas, a inclusão pode estimular a criança deficiente. Outras, porém,  têm receio sobre a aprendizagem e questionam se seu filho (a) realmente irá aprender ou apenas será socializado dentro da escola, pois percebem que o professor não se sente preparado para lidar com as crianças diferenciadas e, infelizmente trata-as igualmente aos demais colegas. Com isso, essas crianças acabam esquecidas pelo professor. Assim, para que haja um trabalho bem desenvolvido com os portadores de necessidades especiais é preciso que o professor tenha parcerias com a família e com especialistas, além de conhecê-la bem e identificar suas habilidades e necessidades.



AULA 28
O PROFESSOR NÃO PODE ESTAR SÓ. O ESPAÇO INTERDISCIPLINAR

O professor não pode estar só no processo de inclusão, pois a sensação do abandono afeta a sua atuação como profssional, além dele não saber o que fazer com as demais em sala de aula. A criança também é abalada emocionalmente quando sente que não é bem vista dentro da escoola. Ela é mais um encômodo a ser superado por todos que atuam no ambiente escolar. Uma vez diagnosticado o problema da criança deficiente é preciso que a gestão escolar busque parcerias para que o professor possa escolarizar esse indivíduo, visto que é obrigação da equipe gestora cumprir esse papel de mediação entre o profissional da educação e as parcerias que o ajudam a atuar no processo da aprendizagem de seus alunos. Outro aspecto relevante é a questão da formação continuada do professor. Ele precisa se atualizar no intuito de melhorar a sua atução como profissional da educação especial.




DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 25
PROFESSOR PENSADOR

É aquele que ensina seu aluno a pensar sem dar nada pronto. Apenas instinga a curiosidade, pois todo ser humano é curisoso por natureza e, o professor tem que aproveitar essa característica para abordar a sua disciplina com seu aluno. Para isso, ele também precisa gostar de pesquisar, conhecer e aprender. Não dá para ensinar se não existir afinidade com o conhecimento. O professor estagnado e sem curiosidade não atrai a atenção das crianças, pois elas gostam de desafios. De aulas estimulantes e curiosas.





AULA 26
PROFESSOR AUTOR

É aquele que tem a livre autonomia para criar e ministrar suas aulas sem ter que seguir os ideais de outros. Não tem medo do novo e está sempre informado sobre os acontecimentos do mundo. Além de ser autor de suas ações. Ele também é um líder social, pois divulga suas ideias e incentiva seus alunos a expressarem seus pensamentos de forma saudável e democrática.






segunda-feira, 11 de abril de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 23
A EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS É DE FATO INEFICAZ?

A Educação basea-se no modelo de que todas as crianças são iguais. Todo professor (a), sabe que não é assim que funciona, pois cada um tem o seu momento e o seu limite de aprendizagem, independente de ser criança ou não. Com isso, é correto afirmar que o trabalho com o portador de deficiência é muito mais complexo do que aquele realizado com alunos que não apresentam nenhum tipo de deficiência e para amenizar a distância entre os alunos com necessidades especiais e os demais em sala de aula, foram elaborados recursos que são de grande auxílio no dia a dia na sala de aula. Entretanto, quando a deficiência é intelectual faz-se necessário que o educador conheça um pouco sobre ela do, no intuito de poder ajudá-lo.



AULA 24
MODALIDADES DE ENSINO: DAS CONCEPÇÕES DOCENTES ÀS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Antigamente a educação era privilégio de poucos. Com a democratização do ensino, a educação passou a ser direito de todos, principalmente de pessoas que são portadores de necessidades especiais. Porém, com uma demanda maior aconteceu um abalo dentro do ensino, pois os profissionais não estavam preparados para lidar com pessoas diferentes dos modelos previstos pela sociedade. Assim, a escola precisou se adaptar e, ao invés de preocupar-se com o ensino da criança, passou a visualizar como seria a sua aprendizagem. Desta forma, a equipe escolar precisou se unir para desenvolver a aprendizagem desses alunos buscando axílio na formação específica e no apoio dos pais, que querem o desenvolvimento de seus filhos.

DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 21
A COMPLEXIDADE DA CONSTITUIÇÃO DOCENTE

A profissão docente esta cada vez menos atrativa aos olhos da nova geração. Com isso, estima-se que num período não muito distante falte profissionais da área. Mas o que aconteceu com está profissão que foi motivo de orgulho no passado? Estudos apontam para vários fatores que colaboraram para tamanho desinteresse: salário baixo, indisciplina, falta de apoio de seus superiores, entre outros, além do excesso de trabalho e da falta de lazer, pois ser um profissional da educação ultrapassa os muros da escola e, ao chegar em casa, o professor tem que desenvolver tarefas provenientes da sua profissão. Enfim, é um serviço muito desgastante, pouco atrativo e defasado em relação ao seu tempo.





AULA 22
O PROFESSOR LEITOR

Não há como um professor cobrar de seus alunos o hábito da leitura se ele mesmo não o tem. Assim, é impressindivel que o professor seja um bom leitor. Porém, ele não pode apenas ser um decodificador de palavras, mas um entendedor de textos. Uma pessoa que consiga ler nas entrelinhas e esta leitura não precisa apenas vir dos livros mas também do olhar observador de mundo que o professor tem. Com isso, ele consegue manter uma relação com seus alunos que ultrapassa os conteúdos de sua matéria e suas aulas tornam-se as mais interessantes da escola.



sábado, 2 de abril de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 19
O TODO PELA PARTE: A QUESTÃO DP ESTGMA

Infelizmente os professores possuiem estigmas em realção aos alunos que apresentam deficiências, sejam elas físicas ou intelectuias e, ao invés de avaliarem-no pela capacidade eles generalizam sem ao menos questionarem o quanto aquela criança sabe. Tal atitude preconceituosa acaba colaborando com o estigma que a criança já possui e os demais alunos também passam a vê-lo como um incapaz, pois seguem o exemplo dos adultos. Com isso, o aluno deficiente é considerado pelo seu problema e não pelo que é capaz de realizar. Finalizando, o olhar do professor sobre os alunos deveria ser o mesmo que ele tem sobre seus filhos.





AULA 19
A COMPLEXIDADE NO ESTUDO DOS PROCESSOS DE DESENVOLVIMENTO HUMANO

Antes de determinar a capacidade de aprendizagem do aluno, o professor deve ter um conhecimento cultural sobre ele: saber onde mora e com quem ele mora entre outros. Com isso, muitos estigmas sobre o limite do seu desenvolvimento desapareceriam, pois conhecendo os elemntos sobre a criança fica fácil entênde-la e, ao invés de julgá-la, o educador passaria a mediar a sua aprendizagem. Assim, o tratamento dispensado ao aluno também muda, pois não tem como ensinar a todos da mesma forma. Cada um tem sua cultura de vida e cada um vai aprender de maneira diferenciada. É díficil aceitar, mas não tem como criar uma linha de montagem em cima do desenvolvimento. A educação envolve a humanidade e a observação. Se uma pessoa decide ser um educador, ela tem que relevar preconceitos e discriminações e acreditar que é capaz de educar, mesmo aquele que, segundo ela, é o mais fraco da turma.


DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 17
O PROFESSOR E A CIDADANIA EDUCADORA

Na educação para cidadania o professor não é apenas um transmissor do conhecimento. Ele é um educador diferenciado. Sua função é preparar o indivíduo para vida. Formar cidadãos críticos e questionadores. Pessoas, que além de lutar pelos seu direitos e igualdade perante à sociedade que as discriminam e as excluiem, também respeitam o espaço ao qual estão inseridas. É mostrar ao seu discipulo que é importante preservar a Natureza, pois num futuro não muito distante as consequências do mal uso dela atingirá a todos. Enfim, a educação cidadã vai além do espaço físico da escola. Ela ultrapassa os muros da instituição e se insere na comunidade, nos bairros, nas ruas de uma cidade, de um país. Finalizando, é incentivar o aluno a aprender dentro de sua própria vivência.






AULA 18
A ESCOLA E AS INSTITUIÇÕES CULTURAIS

Trabalhar a arte através de parcerias com as instituições culturais é uma maneira de desenvolver a aprendizagem. Para isso, o professor pode se utilizar de visitas presenciais ou virtuais aos grandes museus do Brasil e do mundo e também pode desenvolver projetos interdisciplinares que possibilitem a manifestação artística das crianças e dos jovens. Um bom exemplo é a grafitagem, que tem como o objetivo instigar a manifestação de opiniões através de pinturas em muros e paredes da comunidade em que o aluno está inserido.



sábado, 26 de março de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 15
DADOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO PAÍS

Dados estatístiscos indicam que ouve um aumento em realção à procura da escola regular pelos familiares de portadores de necessidades especiais para seus filhos. Isso indicaria que a criança com NE tem tido oportunidades maiores de se desenvolver do que em épocas passadas, porém, uma pesquisa relacionada ao assunto questionou tais dados, uma vez que quem faz o diagnóstico na escola não é uma pessoa especializada. Tal fato, indica o diagnóstico errado e, com isso, a possiblidade dos resultados não estarem corretos. Outro questionemento relacionou-se ao tempo de permanência do NE nas escolas regulares que, segundo resultados, não está possibilitando o aprendizado da pessoa com deficiência. Por fim, questionou-se o fato dos NE passarem um tempo pela escola regular, concluirem o curso, mas não recebem o certificado. Dessa forma, a procura pela EJA (Educação de Jovens e Adultos) tem sido a solução encontrada pelas famílias e pelo próprio NE, pois ele necessita do certificado para arrumar um emprego.




AULA 16
TRAJETÓRIAS ESCOLARES DE DEFICIENTES E A EJA: A QUESTÃO DO FRACASSO ESCOLAR

Segundo dados de pesquisas, o aluno com necessidades especiais está buscando a Educação de Jovens e Adultos para conseguir terminar os seus estudos, uma vez que as escolas regulares não lhes têm fornecido tal certificação. Uma outra observação apontada por pesquisas, é o fato das escolas não estarem preparadas para identificar o NE. O que revela dados incorretos sobre a quantidade de pessoas que têm problemas especiais dentro da escola. Por fim, a discriminação é uma grande preocupação para a família e para o NE. Muitas escolas e educadores não avaliam a capacidade intelectual do aluno. Julgam-no pela aparência. Fato que tem atrasado o desenvolvimento de muitas pessoas que possuem dificuldades, sejam elas, físicas ou intelectuais.