segunda-feira, 11 de abril de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 23
A EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS É DE FATO INEFICAZ?

A Educação basea-se no modelo de que todas as crianças são iguais. Todo professor (a), sabe que não é assim que funciona, pois cada um tem o seu momento e o seu limite de aprendizagem, independente de ser criança ou não. Com isso, é correto afirmar que o trabalho com o portador de deficiência é muito mais complexo do que aquele realizado com alunos que não apresentam nenhum tipo de deficiência e para amenizar a distância entre os alunos com necessidades especiais e os demais em sala de aula, foram elaborados recursos que são de grande auxílio no dia a dia na sala de aula. Entretanto, quando a deficiência é intelectual faz-se necessário que o educador conheça um pouco sobre ela do, no intuito de poder ajudá-lo.



AULA 24
MODALIDADES DE ENSINO: DAS CONCEPÇÕES DOCENTES ÀS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Antigamente a educação era privilégio de poucos. Com a democratização do ensino, a educação passou a ser direito de todos, principalmente de pessoas que são portadores de necessidades especiais. Porém, com uma demanda maior aconteceu um abalo dentro do ensino, pois os profissionais não estavam preparados para lidar com pessoas diferentes dos modelos previstos pela sociedade. Assim, a escola precisou se adaptar e, ao invés de preocupar-se com o ensino da criança, passou a visualizar como seria a sua aprendizagem. Desta forma, a equipe escolar precisou se unir para desenvolver a aprendizagem desses alunos buscando axílio na formação específica e no apoio dos pais, que querem o desenvolvimento de seus filhos.

DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 21
A COMPLEXIDADE DA CONSTITUIÇÃO DOCENTE

A profissão docente esta cada vez menos atrativa aos olhos da nova geração. Com isso, estima-se que num período não muito distante falte profissionais da área. Mas o que aconteceu com está profissão que foi motivo de orgulho no passado? Estudos apontam para vários fatores que colaboraram para tamanho desinteresse: salário baixo, indisciplina, falta de apoio de seus superiores, entre outros, além do excesso de trabalho e da falta de lazer, pois ser um profissional da educação ultrapassa os muros da escola e, ao chegar em casa, o professor tem que desenvolver tarefas provenientes da sua profissão. Enfim, é um serviço muito desgastante, pouco atrativo e defasado em relação ao seu tempo.





AULA 22
O PROFESSOR LEITOR

Não há como um professor cobrar de seus alunos o hábito da leitura se ele mesmo não o tem. Assim, é impressindivel que o professor seja um bom leitor. Porém, ele não pode apenas ser um decodificador de palavras, mas um entendedor de textos. Uma pessoa que consiga ler nas entrelinhas e esta leitura não precisa apenas vir dos livros mas também do olhar observador de mundo que o professor tem. Com isso, ele consegue manter uma relação com seus alunos que ultrapassa os conteúdos de sua matéria e suas aulas tornam-se as mais interessantes da escola.



sábado, 2 de abril de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 19
O TODO PELA PARTE: A QUESTÃO DP ESTGMA

Infelizmente os professores possuiem estigmas em realção aos alunos que apresentam deficiências, sejam elas físicas ou intelectuias e, ao invés de avaliarem-no pela capacidade eles generalizam sem ao menos questionarem o quanto aquela criança sabe. Tal atitude preconceituosa acaba colaborando com o estigma que a criança já possui e os demais alunos também passam a vê-lo como um incapaz, pois seguem o exemplo dos adultos. Com isso, o aluno deficiente é considerado pelo seu problema e não pelo que é capaz de realizar. Finalizando, o olhar do professor sobre os alunos deveria ser o mesmo que ele tem sobre seus filhos.





AULA 19
A COMPLEXIDADE NO ESTUDO DOS PROCESSOS DE DESENVOLVIMENTO HUMANO

Antes de determinar a capacidade de aprendizagem do aluno, o professor deve ter um conhecimento cultural sobre ele: saber onde mora e com quem ele mora entre outros. Com isso, muitos estigmas sobre o limite do seu desenvolvimento desapareceriam, pois conhecendo os elemntos sobre a criança fica fácil entênde-la e, ao invés de julgá-la, o educador passaria a mediar a sua aprendizagem. Assim, o tratamento dispensado ao aluno também muda, pois não tem como ensinar a todos da mesma forma. Cada um tem sua cultura de vida e cada um vai aprender de maneira diferenciada. É díficil aceitar, mas não tem como criar uma linha de montagem em cima do desenvolvimento. A educação envolve a humanidade e a observação. Se uma pessoa decide ser um educador, ela tem que relevar preconceitos e discriminações e acreditar que é capaz de educar, mesmo aquele que, segundo ela, é o mais fraco da turma.


DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 17
O PROFESSOR E A CIDADANIA EDUCADORA

Na educação para cidadania o professor não é apenas um transmissor do conhecimento. Ele é um educador diferenciado. Sua função é preparar o indivíduo para vida. Formar cidadãos críticos e questionadores. Pessoas, que além de lutar pelos seu direitos e igualdade perante à sociedade que as discriminam e as excluiem, também respeitam o espaço ao qual estão inseridas. É mostrar ao seu discipulo que é importante preservar a Natureza, pois num futuro não muito distante as consequências do mal uso dela atingirá a todos. Enfim, a educação cidadã vai além do espaço físico da escola. Ela ultrapassa os muros da instituição e se insere na comunidade, nos bairros, nas ruas de uma cidade, de um país. Finalizando, é incentivar o aluno a aprender dentro de sua própria vivência.






AULA 18
A ESCOLA E AS INSTITUIÇÕES CULTURAIS

Trabalhar a arte através de parcerias com as instituições culturais é uma maneira de desenvolver a aprendizagem. Para isso, o professor pode se utilizar de visitas presenciais ou virtuais aos grandes museus do Brasil e do mundo e também pode desenvolver projetos interdisciplinares que possibilitem a manifestação artística das crianças e dos jovens. Um bom exemplo é a grafitagem, que tem como o objetivo instigar a manifestação de opiniões através de pinturas em muros e paredes da comunidade em que o aluno está inserido.



sábado, 26 de março de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 15
DADOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO PAÍS

Dados estatístiscos indicam que ouve um aumento em realção à procura da escola regular pelos familiares de portadores de necessidades especiais para seus filhos. Isso indicaria que a criança com NE tem tido oportunidades maiores de se desenvolver do que em épocas passadas, porém, uma pesquisa relacionada ao assunto questionou tais dados, uma vez que quem faz o diagnóstico na escola não é uma pessoa especializada. Tal fato, indica o diagnóstico errado e, com isso, a possiblidade dos resultados não estarem corretos. Outro questionemento relacionou-se ao tempo de permanência do NE nas escolas regulares que, segundo resultados, não está possibilitando o aprendizado da pessoa com deficiência. Por fim, questionou-se o fato dos NE passarem um tempo pela escola regular, concluirem o curso, mas não recebem o certificado. Dessa forma, a procura pela EJA (Educação de Jovens e Adultos) tem sido a solução encontrada pelas famílias e pelo próprio NE, pois ele necessita do certificado para arrumar um emprego.




AULA 16
TRAJETÓRIAS ESCOLARES DE DEFICIENTES E A EJA: A QUESTÃO DO FRACASSO ESCOLAR

Segundo dados de pesquisas, o aluno com necessidades especiais está buscando a Educação de Jovens e Adultos para conseguir terminar os seus estudos, uma vez que as escolas regulares não lhes têm fornecido tal certificação. Uma outra observação apontada por pesquisas, é o fato das escolas não estarem preparadas para identificar o NE. O que revela dados incorretos sobre a quantidade de pessoas que têm problemas especiais dentro da escola. Por fim, a discriminação é uma grande preocupação para a família e para o NE. Muitas escolas e educadores não avaliam a capacidade intelectual do aluno. Julgam-no pela aparência. Fato que tem atrasado o desenvolvimento de muitas pessoas que possuem dificuldades, sejam elas, físicas ou intelectuais.


DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 13
A CONSTRUÇÃO DO FRACASSO ESCOLAR

O fracasso da educação brasileira está relacionada em três dimensões:
* no aluno: por que aprender;
* na escola: o que tem para ensinar;
* no ensino: como é realizado.

ALUNO: Numa sociedade em que a prioridade é a valorização do dinheiro vem em primeiro lugar, dificilmente valorizará o ensino. Com isto, a ãprendizagem oferecida pela escola deixou de ser importante. Dessa forma, cabe ao professor resgatar o valor do conhecimento;
ESCOLA: O mundo modificou-se. Tecnologias surgiram, mas a escola continua a mesma. Sua maneira de ensinar está parada no tempo e o que ela ensina não tem significado nenhum para os alunos;
ENSINO: A metodologia utilizada na aprendizagem está relacionada às práticas mecânicas. O aluno tem que repitir as explicações de seus professores através de exercícios de repetição.

CONSIDERAÇÔES:
Um outro aspecto que contribui com o fracasso escolar da educação brasileira é o desrespeito com a bagagem cultural que cada aluno traz para escola. Ao invés de ser aproveitada, este conhecimento e anulado e a escola tenta moldar seus alunos. Padronizado-os como se fossem peças de uma linha de produção.








AULA 14
PROCESSO DE APRENDIZAGEM E IMPLICAÇÕES PARA A PRÁTICA DOCENTE

A criança não vem para escola vazia de conhecimento. Ela vem carregada de algo muito rico para o processo ensino/aprendizagem, mas infelizmente não é aproveitado pela escola: o conhecimento sociocultural. Dessa forma, a escola tenta anular da criança esta bagem cultural que ela traz e, através de práticas mecânicas e conteúdos defasados deixa de ensinar e porta-se como um controlador de comportamento. Com isto, aquele que foge dessa disciplina é punido. E o que dizer dos que possuem dificuldades para assimilar informações? É deixado de lado, esquecido no canto da sala de aula como uma cadeira quebrada. E qual é o papel do professor diante desses fatos? Instigar e aproveitar a riqueza sociocultural dos alunos. Finalizando, não tem como o aluno assimilar o conhecimento se escola continua, apesar do avanço da tecnologia, a mesma de antigamente: não disperta a curiosidade e apenas a regula o comportamento.


 

escola de antigamente



escola atual



escola autoritária

segunda-feira, 21 de março de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 11
LEGISLAÇÃO, DECLARAÇÃO E DIRETRIZES

A preocupação com a Educação Especial sempre existiu e ao longo dos anos no Brasil e outros países vários documentos foram criados visando à proteção do portador de necessidades especiais, porém essa inquietação surgiu mais pelo contexto histórico em que esses países estavam vivendo. Assim, leis foram criadas mais para prestar contas à sociedade e não para defender os interesses dessas pessoas. Infelizmente, essa ainda é a realidade do Brasil e de muitos países.  Porém, pode haver mudança nessa mentalidade e ela ocorrerá com a quando os professores abraçarem a causa e saírem em defesa de seus alunos com deficiências. Para isso, é preciso que o profissional de educação esteja atualizado com as leis e estatutos que regem sobre a Educação Especial.



AULA 12
COMO VEM SENDO ORGANIZADA A EDUCAÇÃO ESPECIAL NO PAÍS

A Educação Especial é um tema debatido há muito tempo em nosso país. No príncipio das discussões em meados do século XVIII, os moldes seguidos para a implementação de algo que pudesse beneficiar o portador de ncessecidades especiais eram o europeu, principalmente o francês. Ao longo dos anos, muitas conquistas se deram, porém nem sempre elas tinham a preocupação com a aprendizagem dessas pessoas, mas sim com a sociabilização das mesmas. Atualmente, ainda as instituições e os professores, que quase nunca são especialistam, preocupam-se em torná-las sociáveis.