segunda-feira, 11 de abril de 2011

DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 21
A COMPLEXIDADE DA CONSTITUIÇÃO DOCENTE

A profissão docente esta cada vez menos atrativa aos olhos da nova geração. Com isso, estima-se que num período não muito distante falte profissionais da área. Mas o que aconteceu com está profissão que foi motivo de orgulho no passado? Estudos apontam para vários fatores que colaboraram para tamanho desinteresse: salário baixo, indisciplina, falta de apoio de seus superiores, entre outros, além do excesso de trabalho e da falta de lazer, pois ser um profissional da educação ultrapassa os muros da escola e, ao chegar em casa, o professor tem que desenvolver tarefas provenientes da sua profissão. Enfim, é um serviço muito desgastante, pouco atrativo e defasado em relação ao seu tempo.





AULA 22
O PROFESSOR LEITOR

Não há como um professor cobrar de seus alunos o hábito da leitura se ele mesmo não o tem. Assim, é impressindivel que o professor seja um bom leitor. Porém, ele não pode apenas ser um decodificador de palavras, mas um entendedor de textos. Uma pessoa que consiga ler nas entrelinhas e esta leitura não precisa apenas vir dos livros mas também do olhar observador de mundo que o professor tem. Com isso, ele consegue manter uma relação com seus alunos que ultrapassa os conteúdos de sua matéria e suas aulas tornam-se as mais interessantes da escola.



sábado, 2 de abril de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 19
O TODO PELA PARTE: A QUESTÃO DP ESTGMA

Infelizmente os professores possuiem estigmas em realção aos alunos que apresentam deficiências, sejam elas físicas ou intelectuias e, ao invés de avaliarem-no pela capacidade eles generalizam sem ao menos questionarem o quanto aquela criança sabe. Tal atitude preconceituosa acaba colaborando com o estigma que a criança já possui e os demais alunos também passam a vê-lo como um incapaz, pois seguem o exemplo dos adultos. Com isso, o aluno deficiente é considerado pelo seu problema e não pelo que é capaz de realizar. Finalizando, o olhar do professor sobre os alunos deveria ser o mesmo que ele tem sobre seus filhos.





AULA 19
A COMPLEXIDADE NO ESTUDO DOS PROCESSOS DE DESENVOLVIMENTO HUMANO

Antes de determinar a capacidade de aprendizagem do aluno, o professor deve ter um conhecimento cultural sobre ele: saber onde mora e com quem ele mora entre outros. Com isso, muitos estigmas sobre o limite do seu desenvolvimento desapareceriam, pois conhecendo os elemntos sobre a criança fica fácil entênde-la e, ao invés de julgá-la, o educador passaria a mediar a sua aprendizagem. Assim, o tratamento dispensado ao aluno também muda, pois não tem como ensinar a todos da mesma forma. Cada um tem sua cultura de vida e cada um vai aprender de maneira diferenciada. É díficil aceitar, mas não tem como criar uma linha de montagem em cima do desenvolvimento. A educação envolve a humanidade e a observação. Se uma pessoa decide ser um educador, ela tem que relevar preconceitos e discriminações e acreditar que é capaz de educar, mesmo aquele que, segundo ela, é o mais fraco da turma.


DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 17
O PROFESSOR E A CIDADANIA EDUCADORA

Na educação para cidadania o professor não é apenas um transmissor do conhecimento. Ele é um educador diferenciado. Sua função é preparar o indivíduo para vida. Formar cidadãos críticos e questionadores. Pessoas, que além de lutar pelos seu direitos e igualdade perante à sociedade que as discriminam e as excluiem, também respeitam o espaço ao qual estão inseridas. É mostrar ao seu discipulo que é importante preservar a Natureza, pois num futuro não muito distante as consequências do mal uso dela atingirá a todos. Enfim, a educação cidadã vai além do espaço físico da escola. Ela ultrapassa os muros da instituição e se insere na comunidade, nos bairros, nas ruas de uma cidade, de um país. Finalizando, é incentivar o aluno a aprender dentro de sua própria vivência.






AULA 18
A ESCOLA E AS INSTITUIÇÕES CULTURAIS

Trabalhar a arte através de parcerias com as instituições culturais é uma maneira de desenvolver a aprendizagem. Para isso, o professor pode se utilizar de visitas presenciais ou virtuais aos grandes museus do Brasil e do mundo e também pode desenvolver projetos interdisciplinares que possibilitem a manifestação artística das crianças e dos jovens. Um bom exemplo é a grafitagem, que tem como o objetivo instigar a manifestação de opiniões através de pinturas em muros e paredes da comunidade em que o aluno está inserido.



sábado, 26 de março de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 15
DADOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO PAÍS

Dados estatístiscos indicam que ouve um aumento em realção à procura da escola regular pelos familiares de portadores de necessidades especiais para seus filhos. Isso indicaria que a criança com NE tem tido oportunidades maiores de se desenvolver do que em épocas passadas, porém, uma pesquisa relacionada ao assunto questionou tais dados, uma vez que quem faz o diagnóstico na escola não é uma pessoa especializada. Tal fato, indica o diagnóstico errado e, com isso, a possiblidade dos resultados não estarem corretos. Outro questionemento relacionou-se ao tempo de permanência do NE nas escolas regulares que, segundo resultados, não está possibilitando o aprendizado da pessoa com deficiência. Por fim, questionou-se o fato dos NE passarem um tempo pela escola regular, concluirem o curso, mas não recebem o certificado. Dessa forma, a procura pela EJA (Educação de Jovens e Adultos) tem sido a solução encontrada pelas famílias e pelo próprio NE, pois ele necessita do certificado para arrumar um emprego.




AULA 16
TRAJETÓRIAS ESCOLARES DE DEFICIENTES E A EJA: A QUESTÃO DO FRACASSO ESCOLAR

Segundo dados de pesquisas, o aluno com necessidades especiais está buscando a Educação de Jovens e Adultos para conseguir terminar os seus estudos, uma vez que as escolas regulares não lhes têm fornecido tal certificação. Uma outra observação apontada por pesquisas, é o fato das escolas não estarem preparadas para identificar o NE. O que revela dados incorretos sobre a quantidade de pessoas que têm problemas especiais dentro da escola. Por fim, a discriminação é uma grande preocupação para a família e para o NE. Muitas escolas e educadores não avaliam a capacidade intelectual do aluno. Julgam-no pela aparência. Fato que tem atrasado o desenvolvimento de muitas pessoas que possuem dificuldades, sejam elas, físicas ou intelectuais.


DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 13
A CONSTRUÇÃO DO FRACASSO ESCOLAR

O fracasso da educação brasileira está relacionada em três dimensões:
* no aluno: por que aprender;
* na escola: o que tem para ensinar;
* no ensino: como é realizado.

ALUNO: Numa sociedade em que a prioridade é a valorização do dinheiro vem em primeiro lugar, dificilmente valorizará o ensino. Com isto, a ãprendizagem oferecida pela escola deixou de ser importante. Dessa forma, cabe ao professor resgatar o valor do conhecimento;
ESCOLA: O mundo modificou-se. Tecnologias surgiram, mas a escola continua a mesma. Sua maneira de ensinar está parada no tempo e o que ela ensina não tem significado nenhum para os alunos;
ENSINO: A metodologia utilizada na aprendizagem está relacionada às práticas mecânicas. O aluno tem que repitir as explicações de seus professores através de exercícios de repetição.

CONSIDERAÇÔES:
Um outro aspecto que contribui com o fracasso escolar da educação brasileira é o desrespeito com a bagagem cultural que cada aluno traz para escola. Ao invés de ser aproveitada, este conhecimento e anulado e a escola tenta moldar seus alunos. Padronizado-os como se fossem peças de uma linha de produção.








AULA 14
PROCESSO DE APRENDIZAGEM E IMPLICAÇÕES PARA A PRÁTICA DOCENTE

A criança não vem para escola vazia de conhecimento. Ela vem carregada de algo muito rico para o processo ensino/aprendizagem, mas infelizmente não é aproveitado pela escola: o conhecimento sociocultural. Dessa forma, a escola tenta anular da criança esta bagem cultural que ela traz e, através de práticas mecânicas e conteúdos defasados deixa de ensinar e porta-se como um controlador de comportamento. Com isto, aquele que foge dessa disciplina é punido. E o que dizer dos que possuem dificuldades para assimilar informações? É deixado de lado, esquecido no canto da sala de aula como uma cadeira quebrada. E qual é o papel do professor diante desses fatos? Instigar e aproveitar a riqueza sociocultural dos alunos. Finalizando, não tem como o aluno assimilar o conhecimento se escola continua, apesar do avanço da tecnologia, a mesma de antigamente: não disperta a curiosidade e apenas a regula o comportamento.


 

escola de antigamente



escola atual



escola autoritária

segunda-feira, 21 de março de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 11
LEGISLAÇÃO, DECLARAÇÃO E DIRETRIZES

A preocupação com a Educação Especial sempre existiu e ao longo dos anos no Brasil e outros países vários documentos foram criados visando à proteção do portador de necessidades especiais, porém essa inquietação surgiu mais pelo contexto histórico em que esses países estavam vivendo. Assim, leis foram criadas mais para prestar contas à sociedade e não para defender os interesses dessas pessoas. Infelizmente, essa ainda é a realidade do Brasil e de muitos países.  Porém, pode haver mudança nessa mentalidade e ela ocorrerá com a quando os professores abraçarem a causa e saírem em defesa de seus alunos com deficiências. Para isso, é preciso que o profissional de educação esteja atualizado com as leis e estatutos que regem sobre a Educação Especial.



AULA 12
COMO VEM SENDO ORGANIZADA A EDUCAÇÃO ESPECIAL NO PAÍS

A Educação Especial é um tema debatido há muito tempo em nosso país. No príncipio das discussões em meados do século XVIII, os moldes seguidos para a implementação de algo que pudesse beneficiar o portador de ncessecidades especiais eram o europeu, principalmente o francês. Ao longo dos anos, muitas conquistas se deram, porém nem sempre elas tinham a preocupação com a aprendizagem dessas pessoas, mas sim com a sociabilização das mesmas. Atualmente, ainda as instituições e os professores, que quase nunca são especialistam, preocupam-se em torná-las sociáveis.



quarta-feira, 16 de março de 2011

DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 9
MODELOS DE ENSINO: DAS CONCEPÇÕES DOCENTES ÀS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Várias são as práticas pedagógicas que podem ser utilizadas pelo professor no ato de ensinar: Empirismo -que o ensino é fragmentado, Inatismo - que é centrada na autodireção do aluno e no contrato feito entre o professor e seus alunos, Construtivismo - onde o professor é aquele que dá oportunidades e respeita o tempo de aprendizagem de seus alunos. Conclusão: Todas são importantes na construção do conhecimento, mas não podem se tornar a preocupação maior do professor. Se assim ele agir, correrá o risco de obter efeito contrário e, ao invés de auxiliar, as práricas pedagógicas atrapalharão e conduzirão as decisões dele deixando-o sem referências do que faz. Dessa forma, para que isso não aconteça cabe ao educador tomar a decisão certa de como quer ensinar. Com isto, poderá escolher sua metodologia que achar mais correta sem se preocupar com o erro, mas com a prendizagem de seus alunos.


AULA 10
A RELAÇÃO ENTRE PROFESSOR E ALUNO

Para que uma sala de aula relamente seja um local de aprendizagem é preciso que haja uma relação de humanidade entre o professor e seus alunos. Com isto, o ambiente torna-se agradável e prazeiroso e assim o respeito surge espontâneamente. Porém, num ambiente em que não há respeito por ambas as partes a tolerância deixa de existir e a aceitação é mais díficil. Assim, surgem mais casos de agressão física e verbal fazendo da escola um campo de guerra, onde proefessores desrespeitam alunos e vice-versa.