sábado, 2 de abril de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 19
O TODO PELA PARTE: A QUESTÃO DP ESTGMA

Infelizmente os professores possuiem estigmas em realção aos alunos que apresentam deficiências, sejam elas físicas ou intelectuias e, ao invés de avaliarem-no pela capacidade eles generalizam sem ao menos questionarem o quanto aquela criança sabe. Tal atitude preconceituosa acaba colaborando com o estigma que a criança já possui e os demais alunos também passam a vê-lo como um incapaz, pois seguem o exemplo dos adultos. Com isso, o aluno deficiente é considerado pelo seu problema e não pelo que é capaz de realizar. Finalizando, o olhar do professor sobre os alunos deveria ser o mesmo que ele tem sobre seus filhos.





AULA 19
A COMPLEXIDADE NO ESTUDO DOS PROCESSOS DE DESENVOLVIMENTO HUMANO

Antes de determinar a capacidade de aprendizagem do aluno, o professor deve ter um conhecimento cultural sobre ele: saber onde mora e com quem ele mora entre outros. Com isso, muitos estigmas sobre o limite do seu desenvolvimento desapareceriam, pois conhecendo os elemntos sobre a criança fica fácil entênde-la e, ao invés de julgá-la, o educador passaria a mediar a sua aprendizagem. Assim, o tratamento dispensado ao aluno também muda, pois não tem como ensinar a todos da mesma forma. Cada um tem sua cultura de vida e cada um vai aprender de maneira diferenciada. É díficil aceitar, mas não tem como criar uma linha de montagem em cima do desenvolvimento. A educação envolve a humanidade e a observação. Se uma pessoa decide ser um educador, ela tem que relevar preconceitos e discriminações e acreditar que é capaz de educar, mesmo aquele que, segundo ela, é o mais fraco da turma.


DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 17
O PROFESSOR E A CIDADANIA EDUCADORA

Na educação para cidadania o professor não é apenas um transmissor do conhecimento. Ele é um educador diferenciado. Sua função é preparar o indivíduo para vida. Formar cidadãos críticos e questionadores. Pessoas, que além de lutar pelos seu direitos e igualdade perante à sociedade que as discriminam e as excluiem, também respeitam o espaço ao qual estão inseridas. É mostrar ao seu discipulo que é importante preservar a Natureza, pois num futuro não muito distante as consequências do mal uso dela atingirá a todos. Enfim, a educação cidadã vai além do espaço físico da escola. Ela ultrapassa os muros da instituição e se insere na comunidade, nos bairros, nas ruas de uma cidade, de um país. Finalizando, é incentivar o aluno a aprender dentro de sua própria vivência.






AULA 18
A ESCOLA E AS INSTITUIÇÕES CULTURAIS

Trabalhar a arte através de parcerias com as instituições culturais é uma maneira de desenvolver a aprendizagem. Para isso, o professor pode se utilizar de visitas presenciais ou virtuais aos grandes museus do Brasil e do mundo e também pode desenvolver projetos interdisciplinares que possibilitem a manifestação artística das crianças e dos jovens. Um bom exemplo é a grafitagem, que tem como o objetivo instigar a manifestação de opiniões através de pinturas em muros e paredes da comunidade em que o aluno está inserido.



sábado, 26 de março de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 15
DADOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO PAÍS

Dados estatístiscos indicam que ouve um aumento em realção à procura da escola regular pelos familiares de portadores de necessidades especiais para seus filhos. Isso indicaria que a criança com NE tem tido oportunidades maiores de se desenvolver do que em épocas passadas, porém, uma pesquisa relacionada ao assunto questionou tais dados, uma vez que quem faz o diagnóstico na escola não é uma pessoa especializada. Tal fato, indica o diagnóstico errado e, com isso, a possiblidade dos resultados não estarem corretos. Outro questionemento relacionou-se ao tempo de permanência do NE nas escolas regulares que, segundo resultados, não está possibilitando o aprendizado da pessoa com deficiência. Por fim, questionou-se o fato dos NE passarem um tempo pela escola regular, concluirem o curso, mas não recebem o certificado. Dessa forma, a procura pela EJA (Educação de Jovens e Adultos) tem sido a solução encontrada pelas famílias e pelo próprio NE, pois ele necessita do certificado para arrumar um emprego.




AULA 16
TRAJETÓRIAS ESCOLARES DE DEFICIENTES E A EJA: A QUESTÃO DO FRACASSO ESCOLAR

Segundo dados de pesquisas, o aluno com necessidades especiais está buscando a Educação de Jovens e Adultos para conseguir terminar os seus estudos, uma vez que as escolas regulares não lhes têm fornecido tal certificação. Uma outra observação apontada por pesquisas, é o fato das escolas não estarem preparadas para identificar o NE. O que revela dados incorretos sobre a quantidade de pessoas que têm problemas especiais dentro da escola. Por fim, a discriminação é uma grande preocupação para a família e para o NE. Muitas escolas e educadores não avaliam a capacidade intelectual do aluno. Julgam-no pela aparência. Fato que tem atrasado o desenvolvimento de muitas pessoas que possuem dificuldades, sejam elas, físicas ou intelectuais.


DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 13
A CONSTRUÇÃO DO FRACASSO ESCOLAR

O fracasso da educação brasileira está relacionada em três dimensões:
* no aluno: por que aprender;
* na escola: o que tem para ensinar;
* no ensino: como é realizado.

ALUNO: Numa sociedade em que a prioridade é a valorização do dinheiro vem em primeiro lugar, dificilmente valorizará o ensino. Com isto, a ãprendizagem oferecida pela escola deixou de ser importante. Dessa forma, cabe ao professor resgatar o valor do conhecimento;
ESCOLA: O mundo modificou-se. Tecnologias surgiram, mas a escola continua a mesma. Sua maneira de ensinar está parada no tempo e o que ela ensina não tem significado nenhum para os alunos;
ENSINO: A metodologia utilizada na aprendizagem está relacionada às práticas mecânicas. O aluno tem que repitir as explicações de seus professores através de exercícios de repetição.

CONSIDERAÇÔES:
Um outro aspecto que contribui com o fracasso escolar da educação brasileira é o desrespeito com a bagagem cultural que cada aluno traz para escola. Ao invés de ser aproveitada, este conhecimento e anulado e a escola tenta moldar seus alunos. Padronizado-os como se fossem peças de uma linha de produção.








AULA 14
PROCESSO DE APRENDIZAGEM E IMPLICAÇÕES PARA A PRÁTICA DOCENTE

A criança não vem para escola vazia de conhecimento. Ela vem carregada de algo muito rico para o processo ensino/aprendizagem, mas infelizmente não é aproveitado pela escola: o conhecimento sociocultural. Dessa forma, a escola tenta anular da criança esta bagem cultural que ela traz e, através de práticas mecânicas e conteúdos defasados deixa de ensinar e porta-se como um controlador de comportamento. Com isto, aquele que foge dessa disciplina é punido. E o que dizer dos que possuem dificuldades para assimilar informações? É deixado de lado, esquecido no canto da sala de aula como uma cadeira quebrada. E qual é o papel do professor diante desses fatos? Instigar e aproveitar a riqueza sociocultural dos alunos. Finalizando, não tem como o aluno assimilar o conhecimento se escola continua, apesar do avanço da tecnologia, a mesma de antigamente: não disperta a curiosidade e apenas a regula o comportamento.


 

escola de antigamente



escola atual



escola autoritária

segunda-feira, 21 de março de 2011

DISCIPLINA SAÚDE

AULA 11
LEGISLAÇÃO, DECLARAÇÃO E DIRETRIZES

A preocupação com a Educação Especial sempre existiu e ao longo dos anos no Brasil e outros países vários documentos foram criados visando à proteção do portador de necessidades especiais, porém essa inquietação surgiu mais pelo contexto histórico em que esses países estavam vivendo. Assim, leis foram criadas mais para prestar contas à sociedade e não para defender os interesses dessas pessoas. Infelizmente, essa ainda é a realidade do Brasil e de muitos países.  Porém, pode haver mudança nessa mentalidade e ela ocorrerá com a quando os professores abraçarem a causa e saírem em defesa de seus alunos com deficiências. Para isso, é preciso que o profissional de educação esteja atualizado com as leis e estatutos que regem sobre a Educação Especial.



AULA 12
COMO VEM SENDO ORGANIZADA A EDUCAÇÃO ESPECIAL NO PAÍS

A Educação Especial é um tema debatido há muito tempo em nosso país. No príncipio das discussões em meados do século XVIII, os moldes seguidos para a implementação de algo que pudesse beneficiar o portador de ncessecidades especiais eram o europeu, principalmente o francês. Ao longo dos anos, muitas conquistas se deram, porém nem sempre elas tinham a preocupação com a aprendizagem dessas pessoas, mas sim com a sociabilização das mesmas. Atualmente, ainda as instituições e os professores, que quase nunca são especialistam, preocupam-se em torná-las sociáveis.



quarta-feira, 16 de março de 2011

DISCIPLINA EDUCAÇÃO

AULA 9
MODELOS DE ENSINO: DAS CONCEPÇÕES DOCENTES ÀS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Várias são as práticas pedagógicas que podem ser utilizadas pelo professor no ato de ensinar: Empirismo -que o ensino é fragmentado, Inatismo - que é centrada na autodireção do aluno e no contrato feito entre o professor e seus alunos, Construtivismo - onde o professor é aquele que dá oportunidades e respeita o tempo de aprendizagem de seus alunos. Conclusão: Todas são importantes na construção do conhecimento, mas não podem se tornar a preocupação maior do professor. Se assim ele agir, correrá o risco de obter efeito contrário e, ao invés de auxiliar, as práricas pedagógicas atrapalharão e conduzirão as decisões dele deixando-o sem referências do que faz. Dessa forma, para que isso não aconteça cabe ao educador tomar a decisão certa de como quer ensinar. Com isto, poderá escolher sua metodologia que achar mais correta sem se preocupar com o erro, mas com a prendizagem de seus alunos.


AULA 10
A RELAÇÃO ENTRE PROFESSOR E ALUNO

Para que uma sala de aula relamente seja um local de aprendizagem é preciso que haja uma relação de humanidade entre o professor e seus alunos. Com isto, o ambiente torna-se agradável e prazeiroso e assim o respeito surge espontâneamente. Porém, num ambiente em que não há respeito por ambas as partes a tolerância deixa de existir e a aceitação é mais díficil. Assim, surgem mais casos de agressão física e verbal fazendo da escola um campo de guerra, onde proefessores desrespeitam alunos e vice-versa.






sexta-feira, 11 de março de 2011

DISCIPLINA: SAÚDE

AULA 7
CRIANÇAS E JOVENS COM NECESSIDADES ESPECIAIS NA ESCOLA-DIALÉTICA DA INCLUSÃO/EXCLUSÃO

Diferentes pontos de vista sobre NE:
1) Família:
Para família da criança com NE, as escolas recusam os alunos alegando não estarem preparadas para recebê-los. Outras os aceitam, mas fazem apenas um trabalho de sociabilização e deixam de lado a aprendizagem cognitiva do aluno. Não dão atenção suficiente e não proporcionam o desenvolvimento de suas habilidades. Ela acredita que somente através da união da escola e da família seja possível a realização de um bom trabalho com esta criança.

2) Professores:
Para os professores, a direção da escola banaliza a criança com NE não dando a devida atenção que ela precisa. Já ele, professor, tenta realizar bons trabalhos que a desenvolvam cognitiva e socialmente. Acredita ainda que é função do professor sim a promoção desse desenvolvimento mesmo que haja insegurança por sua parte e desintesse por parte da escola.

3) Coordenação:
A coordenação sente que o professor realmente está despreparado para lidar com crianças que tenham NE, além disso percebe que o ele tem  desenvolvido mais a sociabilização e não as habilidades cognitivas dessas crianças. Com relação aos pais, ela acredita que eles percebem que os professores não estão preparados e não dão atenção aos seus filhos. Já os profissionais de saúde, ela acha que eles sabem lidar com essas crianças no ambiente hospitalar, mas possum dificuldades no ambiente escolar. E a criança, na visão da coordenação, é a única que tenta encontrar soluções e busca maneiras simples para resolver as suas dificuldades. Enfim, de acordo com a coordenação a solução está na união das partes.

Conclusão:
A conclusão que se chega é que ao entrar na escola, a criança com NE é rotulada como deficiente mesmo que seu problema seja apenas físico. Com isto, ela é excluída e deixada num canto dentro da sala de aula. Não há nenhuma preocupação em proporcionar-lhe o desenvolvimento de suas habilidades e o que se faz é apenas a dominação do seu comportamento. Enfim, a criança não é devidamente auxiliada como manda as leis brasileiras que regem os direitos da aprendizagem do portador de NE e as dificuldades encontradas pelo professor devem ser superadas através de um ensino diferenciado e menos exclusivo.





AULA 8
CONTRADIÇÕES DE VALORES NA ESCOLA: ENTRELAÇADOS DA HISTÓRIA COM A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

No início da história da educação brasileira não haviam professores, mas pessoas intituladas de tutores que ensinavam as crianças. As classes eram distintas e depois se tornaram homogêneas. Não havia nenhuma preocupação com a Educação Especial. Somente em 1854, com a criação do Instituto Benjamin Constant no Rio de Janeiro, é que surge o interesse sobre este tema por parte da sociedade. A partir desta data, várias outas instituições especializadas e não governamentais surgem com o intuito de mudar essa realidade e em 1961, são criadas algumas leis que vão garantir os direitos das pessoas que tinham necessidades especiais, mas é somente em 1973 que o Estado assume a responsabilidade sobre a Educação Especial criando o Centro Nacional de Educação Especial. Com isto, outros movimentos surgiram e novas portarias foram elaboradas proporcionando uma revolução no campo da Educação Especial. Fora do país também havia um interesse sobre a Educação Especial. Na França foi criado o Instituto Nacional de Jovens Cegos e Surdos-Mudos e em meados dos anos 1819/1824 é criada a escrita braille. Essa discussão atravessa séculos e chega nos dias atuais, onde ainda há reinvidicações não atendidas.




EDUCAÇÃO REGULAR NO BRASIL

Para compreender sobre a Educação Especial brasileira, faz-se necessário conhecer um pouco da história da Educação Regular no país ao longo dos séculos. A primeira constituição, em 1824, determina a educação gratuita, porém em 1889, ela deixa de sê-la e o que se percebe é que poucos a frequentam sem obrigatoriedade. A sociedade da época era agrária e iletrada. A área urbana era pequena, não havia desenvolvimento industrial e as poucas escolas que existiam atendiam somente aos ricos. Não havia formação de profissionais da área no país. Os que podiam iam estudar em outros países. Somente em 1847 é que se cria a primeira escola de formação de professores no Brasil. Com isto, a demanda pela Educação aumenta, mas para um indíviduo conseguir entrar numa escola ele tinha que passar por seleções que barravam pessoas que possuíam dificuldades físicas ou mentais. Assim, o que se tinha era uma educação exclusiva e para poucos. Muito tempo depois, em meados do século seguinte no ano de 1934, é que a educação vem a se tornar gratuíta e obrigatória e as pessoas que tinha necessidades especiais começam a reivindicar seus direitos através de movimentos que surgem a partir dos Direitos Humanos e na década de 50, se dá o processo de formação de professores especialistas na área de Educação Especial. Nas décadas seguintes, pesquisas são elaboradas sobre este tema e nos anos 70 o Estado assume a responsabilidade sobre a Educação Especial, criando o CENESP, porém ele não é ligado ao Ministério da Educação. Isso só ocorrerá nas próximas décadas. Vale lembrar que a Declaração de Salamanca foi muito importante para que o Estado observasse que era de sua reponsabilidade garantir o direito à Educação Especial aos que tinham necessidades especiais. Por fim, observar o passado é uma maneira de entender o porquê das dificuldades que ainda há sobre o tema Educação Especial no Brasil.