quinta-feira, 10 de março de 2011

DISCIPLINA: EDUCAÇÃO

AULA 5
O PAPEL DO PROFESSOR NA MEDIAÇÃO CULTURAL

A mediação cultural no espaço escolar tem como objetivo a aproximação do aluno aos agentes culturais e está diretamente liagada a disciplina de Arte. No entanto, para que esta aproximação ocorra, o professor tem que considerar que é necessário desmistificar a arte como objeto acessível a poucos, descontruir a arte como conhecimento distante do cotidiano, promover a consciência sobre o valor da arte na sociedade e na vida dos indivíduos. Considerando essas ideais sobre a função da mediação cultural, o profissional da educação interiorizará no aluno a participação espontânea da arte em sua vida e ele, aluno, a levará consigo quando sair da escola. Mas como o educador realiza esta mediação? Uma maneira de fazê-la é incentivar o aluno a pesquisar as obras brasileiras e desenvolver trabalhos a partir dessas obras. Com isto, o educando consegue relacionar o que está criando com a produção sócio-cultural fazendo dele um tranmissor da cultural. Outra forma é a de relacionar as obras com as temáticas transversais aproximando-as da realidade do aluno. Não se pode esquecer que tudo que for produzido tem que ser divulgado. Assim, através dessa integração do aluno com a arte e a comunidade em que ele vive dispertará nele um gosto maior pelo ambiente ambiente  escolar, pois tudo o que ele elabora é visto e analisado pelos colegas e pela comunidade.Contribuindo com a diminuição da evasão entre outras. Porém, para que este trabalho funcione é necessário que o professor invista em sua formação.




AULA 6
O PROFESSOR E A DIVERSIDADE CULTURAL NA SALA DE AULA

É através do ensino da diversidade cultural na sala de aula que o professor consegue dispertar no aluno o respeito pelas diferentes culturas. Assim, ele entende que dentro da sua escola e da sua comunidade existem pessoas que priorizam outros gostos e costumes que não são os mesmos que os seus e ele passa a aceitar estas diferenças e com isto, a discriminação é evitada.





terça-feira, 8 de março de 2011

DISCIPLINA: SAÚDE

AULA 3:
ÉTICA E VALORES NA AÇÃO EDUCATIVA

Esta aula retoma temas já trabalhados anteriormente. Um dos assuntos relembrados são: Revoluções Educacionais, onde é discutido a questão: acesso à escola. No início do processo educacional, o ensino era individualizado e poucos tinham acesso a ele. Posteriormente, o Estado assume a educação tornando-a pública, porém restrita. A sala de aula era homogênia e crianças que não se encaixavam no padrão selecionado eram excluídas do sistemna. Futuramente, a educação torna-se universal e acessível a toda as camadas sociais, porém o profissional da educação se vê diante de diferenças que não existiam antes e agora, além de instruir, ele tem que educar. Função está que nem todos que atuam nesse meio, estavam preparados. Outros problemas que surgem são: a falta do material pedagógico e a inesperiência do trabalho diferenciado concomitante com as demais crianças. Assim, uma das soluções apresentadas é o ensino diferenciado através de valores, onde o professor ensinará o respeito e a identifiação com o outro, entre outros.



AULA 4:
ÉTICA E SAÚDE NA ESCOLA: DEFININDO ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

A terminologia Necessidades Especiais surgiu em 1978, num relatório nos Estados Unidos, com a intenção de desfocar do aluno as dificuldades que ele apresentava. Com isto, considerava-se "aluno especial", aquele que apresentava dificuldades para aprender ou tinha problemas de saúde física ou menntal. Posteriormente, o Brasil vem adotar esta terminologia em sua legislação em 1994 na Declaração de Salamanca que determina quem são os alunos especiais. Para Declaração, todas as crianças que ficam na rua e trabalham, de origem remota ou população nômade, pertencentes as minorias linguísticas, étnicas ou culturais, grupos desvantajados ou marginalizados, deficientes e super-dotados são considerados NE. No entanto, a diversidade não indica que a criança é especial o que faz do termo uma ambiguidade. Com isto, o Brasil cria o decreto 3.298 de 1999 que delimita a categoria para Necessidades Especiais para: deficiência física, deficiência auditiva, deficiência mental (déficit intelectual), deficiência múltipla. Porém, percebe-se que tais definições estão relacionadas a área da saúde e para que o profissional da educação possa ajudar o seu aluno ele precisa se aperfeiçoar, pois ele necessita saber dos riscos que esta criança pode correr dentro do ambiente escolar. Assim, o professor tem que buscar conhecimento sobre o assunto para entender e trabalhar as dificuldades do aluno NE.



segunda-feira, 7 de março de 2011

PROFISSÃO DOCENTE NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

DISCIPLINA: EDUCAÇÃO

AULA 1
PAPEL DO PROFESSOR: INSTRUIR OU EDUCACAR?

O papel do professor não é o mesmo que há alguns anos. Hoje, além de instruir o aluno com o conhecimento teórico, ele tem que educar. Função esta, que pertencia a família do aluno, mas que foi delegada à escola e pricipalmente aos professores, pois os pais precisam trabalhar e muitas vezes nem veem seus filhos ao longo do dia. Porém, não é uma tarefa muito fácil esta imposta ao professor e ele, muitas vezes, se vê numa situção um tanto complicada, pois não pertence a família da criança, mas tem que ensiná-la a ser educada e dentro dessa questão de "ser educada" consiste em ensinar valores, regras, comportamento, entre outros. Por fim, o professor não deixou de ser o instrutor do conhecimento. O que aconteceu foi a imposição de uma responsabilidade a mais que precisa ser equilíbrida com a sua antiga função e para que esse equlibrio aconteça a escola precisa estar em sintonia com a sociedade e ter um projeto político pedagógico que envolva o comprometimento de todos que atuam na instituição.





AULA 2
A AÇÃO EDUCATIVA AO LONGO DA TRAJETÓRIA ESCOLAR

Durante a trajetória escolar da criança e do adolescente a função do professor se modifica:
  • Da Educação Infantil até o último ano do Ensino Fundamental I, a função do professor é a de institucionalização, ou seja, ele deve mostrar ao aluno as como funciona e quais são as regras da escola;
  • No Ensino Fundamental II, a função do professor é a de escolarização, ou seja, ensinar o aluno a estudar. Ensiná-lo a fazer resumo, a organizar o seu material, a reservar tempo para estudar para as provas, entre outros;
  • No Ensino Médio, a função do professor é a de preparar o aluno para vida.
OBSERVAÇÃO:
Estas funções não precisam ser seguidas nessa sequência. Há possibilidade de flexibilidade e se o professor sentir que no Ensino Médio existe um aluno que necessita da função de escolarização, o professor pode aplicá-la.


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

SAÚDE NA ESCOLA

AULA 27

STRESS E ANSIEDADE NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

Stress e ansiedade são reações do organismo diante de situações difícies e excitantes e assim como os adultos, as crianças...


e os adolescentes também podem passar por essas situações.







CAUSAS
  • Morte na família;
  • Brigas constantes entre os pais;
  • Separação de pais;
  • Mudança de cidade ou escola;
  • Escolas ruins;
  • Professores inadequados;
  • Atividades em excesso;
  • Viagens longas.



PAPEL DO PROFESSOR
  • Conhecer os alunos;
  • Conversar com os alunos;
  • Motivar os alunos para as aulas e para escola;
  • Incentivar os alunos a fazerem perguntas;
  • Escutar o aluno sem críticas ou julgamentos;
  • Promover autoconfiança nos alunos;
  • Respeitar o ritmo de cada aluno;
  • Promover atidades em grupo;
  • Promover atividades calmas.

COMENTÁRIO

Ansiedade e stress infantil não se manifestam isoldamente, sempre há um conjunto de ações que contribuem para isso.




AULA 28

DEPRESSÃO NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA

DEFINIÇÃO

Transtorno de humor ou afeto manifestado através de sentimentos de tristeza profunda, associados com sintomas fisiológicos e cognitivos na pessoa.




CONJUNTO GERAL DE SINTOMAS
  • Tristeza persistente, ansiedade, ou humor “vazio”; 
  •  Pessimismo ou sentimentos de desesperança; 
  •  Perda do interesse ou do prazer nas atividades habituais, inclusive sexo;
  • Insônia, acordar de madrugada, ou sono excessivo;
  • Agitação;
  • Diminuição da energia, cansaço, ou uma sensação de “lerdeza”;
  • Baixa da auto-estima, sentimentos de inutilidade, ou de culpa excessiva ou inapropriada;
  • Dificuldades em se concentrar, em lembrar-se de algo, ou em tomar decisões;
  • Pensamentos de morte ou de suicídio recorrentes, tentativas de suicídio, ou um plano suicida específico.

CAUSAS
  • Biológicas: genética, estrutural e quimíca do cerébro;
  • Psicológicas: stress, traumas, desamparo, forma de perceber e de lidar com o mundo;
  • Sócio-cultural: papéis, expectativa, suporte social.





FATORES DE RISCO
  • História familiar de depressão;
  • Sexo feminino;
  • Episódios anteriores de deprssão;
  • Acontecimentos estressantes;
  • Dependência de drogas;
  • Violência doméstica;
  • Elevada exigência acadêmica.


SINTOMAS NAS CRIANÇAS E NOS ADOLESCENTES
  • Tristeza;
  • Falta de motivação;
  • Solidão;
  • Humor deprimido, irritável ou instável;
  • Mudanças súbitas de comportamento: explosão, raiva, brigas;
  • Mudança de apetite;
  • Dificuldade em divertir-se;
  • Queixas de tédio ou "sem nada pra fazer";
  • Preferências por atividades solitárias;
  • Queixas físicas: cansaço, falta de energia, dores de cabeça, dores de barriga, insônia;
  • Pensamentos recorrentes de morte;
  • Ideias e planejamento de suicídio;
  • Preocupações;
  • Sentimentos de culpa;
  • Baixa auto-estima;
  • Choro excessivo;
  • Fala em ritmo devagar, de forma monótona e monossílabica.



SINTOMAS ESCOLARES
  • Queda do rendimento escolar;
  • Falta de concentração;
  • Perda de interesse pelas atividades;
  • Falta de motivação;
  • Pensamento lentificado;
  • Impulsividade e irritabilidade (brigas);
  • Choro fácil;
  • Isolamento na sala de aula e no recreio;
  • Dificuldades no processo cognitivo.

 TRATAMENTO
  • Medicamento;
  • Psicoterapia;
  • Suporte familiar;
  • Psicoeducação: rede de apoio social (pais, comunidade, professores, entre outros)

 DIAGNÓSTICO

É importante pais e professores ficarem atentos a esses sintomas para a identificação da depressão na criança e no adolescente.
  • insônia;
  • irritabilidade;
  • rebeldia;
  • medo;
  • tiques;
  • mudanças nos hábitos alimentares;
  • problemas na escola, na vida social e familiar.






EDUCAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE VALORES SEMANA 7

AULA 25

PRÁTICAS DE CIDADANIA

É através das relações dos contatos adquiridos que as pessoas optam e fazem as escolhas estabelecendo com quais atuarão e reagirão às circunstâncias do mundo. Assim, num trabalho de desenvolvimento de projetos feito por uma instituição científica junto às comunidades não pode haver imposição por parte dela no intuito de que o projeto não seja regeitado pela comunidade escolhida. Com isso, a instituição tem que  descobrir quais são as necessidades da comunidade em questão e, através de parcerias com os seus representantes, definir que tipo de projeto pode ser desenvolvido nesse ambiente.






ELABORAÇÃO DO PROJETO DEPOIS DE DEFINIDO

  • Objetivos;
  • Definição do público alvo;
  • Metodologia e estrategia de intervenção;
  • Resultados esperados;
  • Cronograma.


AULA 26

O FENÔMENO DO BULLYING

SIGNIFICADO:

  • Huumilhação;
  • Xingamentos;
  • Difamação;
  • Constrangimento;
  • Menosprezo;
  • Intimidação;
  • Ameaças;
  • Exclusão;
  • Perseguição;
  • Agressão física;
  • Roubo.


QUANDO A BRINCADEIRA SE TORNA BULLYING?

  • Ação intencional;
  • Duração prolongada;
  • Falta de motivação;
  • Desiquilibrio de poder;
  • Impossibilidade de defesa.




VÍTIMAS

  • Pouca habilidade de socialização;
  • Dificuldade de agir contra as agressões;
  • Características físicas, psicológicas ou de comportamento que podem ser motivo das agressões.



AGRESSORES

  • Ambos os sexos;
  • Crianças ou adolescentes que desrespeitam normas;
  • Cometem delitos;
  • Tem desempenho escolar regular o insuficiente;
  • Não sentem culpa;
  • Agressivos e desafiadores;
  • Sem escrúpulos para mentir.




CYBERBULLYING
  • Agressões verbais ou visuais pela internet;
  • Efeito multiplicador;
  • Anonimato;
  • Impunidade;
  • Maioria são adolescentes.




CONSEQUÊNCIAS

  • Isolamento;
  • Dificuldades de participar das atividades dentro da sala de aula;
  • Queda de desempenho;
  • Fobia escolar;
  • Mudança de humor;
  • Insônia e dores de cabeça;
  • Irritação, ansiedade ou tristeza;
  • Tendência a desenvolver patologias como a bulemia e a aneoroxia.



INTERVENÇÕES

  • Conscientização;
  • Sensibilização da comunidade escolar;
  • Ambiente de confiança, solidário e ético;
  • Dar apoio e proteção às vítimas;
  • Estabelecer regras e limites aplicando sanções sem tolerância.




COMENTÁRIO

Somente com essas ações integradas, o bullying poderá ser evitado dentro das escolas, lugar em que mais há manifestação dessa prática.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

SAÚDE NA ESCOLA

AULA 23

USO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS






O consumo de substâncias psicoativas (drogas lícitas e ilícitas) tem aumentado em todo o mundo, porque a faixa etária dos usuários é cada vez menor. Estima-se que crianças de 11 anos e meio já tenham tido contato com algum tipo de droga. A curiosidade, a vulnerabilidade e o mal comportamento de familiares e pessoas próximas são fatores que estão diretamente realcionados a essa precocidade. Tais substâncias causam depedência e a melhor forma de se evitá-la é a prevensão. A escola pode contribuir com esse trabalho através do incentivo do diálogo entre professore/pais/alunos. Entretanto, se o adolescente já for um viciado é importante que um tratamento individual realizado por especialistas seja iniciado e deve-se mostrar ao paciente que "acima do motivo que o levou ao vício está a vontade de sair dele que deve ser incentivada por todos até que o próprio viciado entenda que o melhor que pode fazer é parar de drogar-se." (Dra. Lou de Olivier)


DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS





















AULA 24

MÍDIA E COMPORTAMENTO





A mídia tem influência direta com a regulação do comportamento do indivíduo e afeta diretamente os mais jovens, principalmente as crianças e os adolenscentes que ficam horas na frente da TV e/ou do computador sendo bobardeados por programas violentos e/ou sites acessíveis ao sexo o que os conduzem ao comportamento agressivo e ao desenvolvimento precoce da sexualidade.









INFLUÊNCIA DA MÍDIA NO COMPORTAMENTO







EDUCAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE VALORES SEMANA 6

AULA 21

ASSEMBLÉIAS ESCOLARES E DEMOCRACIA ESCOLAR

Assembléia escolar é a resolução de conflitos






 através do diálogo.





Uma escola democrática permite que todos os alunos tenham um espaço para expor os seus pensamentos.






Com isso ela consegue formar ética e moralmente o aluno.





São três os tipos de assembléia na escola:

1) Assembléia de classe: acontece na sala de aula uma vez por semana para regular e regulamentar relações interpessoais e a convivência entre os alunos da classe. É coordenada por um professor.

2) Assembléia de escola: tem a função de regular e regulamentar relações interpessoais e a convivência no espaço coletivo da escola. Podem participar funcionários, professores e alunos.

3) Assembléia docentes: são discussões acadêmicas e temáticas relacionadas ao convívio entre os próprios professores e a direção da escola. Todo o corpo docente e a direção participa dessa assembléia.




AULA 22

DIVERSIDADE/PLURALIDADE CULTURAL NA ESCOLA


A partir do momento em que a educação no Brasil deixou de ser privlégio de poucos e tornou-se acessível a todos a escola percebeu que não possuía mais homogeneidade entre seus alunos e se viu diante de uma pluralidade cultural. Crianças e adolescentes de etinias, religiões e outros aspectos culturais e físicos surgiram dentro do ambiente escolar e, o como lidar com tantas diferenças? Essa é uma questão que deve ser cuidadosamente discutida entre os professores e a gestão escolar para que os alunos não fiquem marcados por estigmas só porque possuem alguma característica que não se assemelham aos demais.